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O deputado Sérgio Marques lamentou hoje que o PS tenha escolhido a saúde como "o palco privilegiado do combate político". Numa intervenção realizada hoje na Assembleia Legislativa da Madeira, Sérgio Marques afirmou que "a saúde é um instrumento principal para satisfazer a ambição e a sede do poder do PS Madeira e do seu candidato independente. O que motiva o PS não é tanto discutir e debater, de uma forma séria, responsável e não alarmista, os problemas de Saúde na Madeira, o que motiva o PS é usar a Saúde como forma de chegar ao poder".

E com isso, salientou, não se importa se, desta estratégia, resulta em alarme social nos utentes do serviço regional ou perda de confiança no sistema e a sua descredibilização.

"Triste é vermos gente ressabiada, centrada nos seus umbigos, destilando ódiozinhos e rivalidades doentias em busca de ajustes de contas, servirem, talvez até estrategicamente, esta estratégia do PS", disse.

O deputado sublinhou que o Serviço de Saúde exige "serenidade" e "verdade", "debate sério e responsável e de entendimentos sobre as suas bases e princípios de funcionamento" e até talvez "pactos de regime".

Sérgio Marques salientou que o SESARAM, onde trabalham "bons profissionais, competentes e com sentido humanista", é um bom serviço de saúde, e quem o diz é um estudo da DECO. Apesar de ter também problemas, "se calhar menos graves, ainda que comuns aos do Serviço Nacional de Saúde".

"Não contem connosco para campanhas de diabolização, de desconfiança e de suspeição do investimento privado na saúde", disse, reforçando que a "Madeira é uma região amiga do investimento", não "é a Venezuela que afugentou todo o investimento privado e sabemos qual foi o resultado".

O deputado Sérgio Marques referiu o exemplo do caso 'Quadrantes', "diabolizada por uma reportagem incompetente e trapalhona da TVI. Afinal, o suposto favorecimento no negócio de milhões à Quadrantes, no âmbito da Medicina Nuclear, reduz-se a uma faturação média, em 8 anos, da Quadrantes ao SESARAM, de cerca de 150 mil euros, sendo esta apenas de 94 mil euros em 2018".

E perguntou: "Onde está o negócio de milhões?"

Intervenção