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"O Estado paga os meios aéreos que vão para Bragança, paga os meios aéreos que vão para o Alentejo, mas, como sempre, a Madeira fica de fora do plano nacional. Somos novamente tratados como portugueses de segunda. É o Governo Regional que paga toda esta operação." A constatação foi feita pelo deputado Marco Gonçalves, numa intervenção antes do período da ordem do dia na Assembleia Legislativa da Madeira.

E a Madeira assume mais esta responsabilidade da República porque, conforme destacou o deputado, considera que este será um meio importante no combate aos incêndios na nossa Região. "Ficará sob a tutela da Proteção Civil na Madeira e representará uma mais-valia e segurança para os madeirenses e porto-santenses e para a ajuda às corporações de bombeiros."

Trata-se assim de mais um auxílio no combate aos fogos que "será pago pelos madeirenses e porto-santesnes", com uma alocação pelo Governo Regional de 1,2 milhões de euros para o efeito. "Assumimos o compromisso e cumprimos, mas não deixa de ser um conceito de continuidade territorial um pouco enviesado, um pouco estranho", sublinhou Marco Gonçalves. Isto porque o Estado se proprõe a estruturar de uma forma diferente a defesa da floresta. Define dotar as diversas regiões do país com meios aéreos para combater os incêndios, mas paga para que eles existam em todas as regiões, mas não para a Madeira. "Os porugueses residentes na Madeira não são cidadãos de pelo direito para o Governo da República e para aqueles partidos que argumentam que tudo isto é um contecioso do PSD/M para com o Estado, analisem friamente o conceito e as linhas que regem a continuidade territorial do Estado espanhol.Percebam o apoio que o Governo Espanhol dá às ilhas e verão os apoios que são dados à mobilidade aérea às ilhas espanholas"

O deputado sublinhou que o helicóptero fará parte de um plano mais alargado - O Plano Operacional de Combate a Incêndios Florestais, que vigora entrre 15 de junho e 15 de outubro, com 1.692 equipas no terrenos, num total 5.126 operacionais, e vigilância de 24 horas, complementada com o Corpo de Polícia Florestal, responsável pelas torres de vigilância.

Vídeo da intervenção