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Jaime Filipe Ramos sublinhou hoje que o Grupo Parlamentar do PSD, ao cumprir o seu desafio legislativo, não se deve "resumir às ideias dos deputados", deve sim ouvir a população e as pessoas que estão nas áreas que interessam destacar para a atividade parlamentar.

Essa tem sido, de resto, a perspetiva assumida pelo Grupo Parlamentar desde o início da legislatura, através da realização de iniciativas abertas a quem "sabe melhor" sobre as diferentes áreas para que "a Assembleia esteja melhor preparada e adequada às necessidades da população".

O líder da bancada social-democarata, na Assembleia Legislativa da Madeira, falava na sessão de abertura do Seminário 'As Memórias de Um Povo', integrado nas Jornadas Temáticas sobre Património Cultural, que estão a ser organizadas pelo Grupo Parlamentar do PSD, no Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA).

Também a deputada Rubina Leal, responsável pela coordenação destas Jornadas, destacou a importância de se debater este tipo de temáticas, lembrando aquela que tem sido a aposta deste governo na conservação e restauro do património regional", mas relevando igualmente a necessidade de se obter maior informação sobre o que está a ser feito para guardar no futuro a nossa história e memória.

E memória foi de facto umas das palavras mais ouvidas nestas jornadas, com os vários palestrantes a revelaram não só qual tem sido o trabalho ao nível da recuperação do património edificado, mas também do património imaterial, este último mais frágil e com mais probabilidade de se perder ao longo do tempo.

A conferência de abertura coube a historiador Alberto Vieira, responsável pelo CEAH, com o tema 'Arquipélagos e Ilhas: entre memória, desmemória e identidade'.

Seguiu-se uma palestra pela investigadora do CEHA, Graça Alves, sobre o projeto que está em curso com vista à recuperação das memórias das gentes que fazem a história.

Por seu lado, Rui Camacho e Roberto Moniz, da Xarabanda, fizeram do tema ‘Património Cultural e Imaterial: Património de Tradição Musical Madeirense' não só uma apresentação oral do que tem sido feito pela associação ao nível das músicas tradicionais, como a complementaram com a interpretação de algumas dessas cantigas antigas.

Ainda na parte da manhã, foi realizada uma palestra pelo diretor do Museu de Arte Sacra, João Henrique Silva, sobre 'Património Religioso, Património Cultural'.

Na parte da tarde, a primeira intervenção coube a Francisco Clode, director de serviços da DRAC, que apresentou alguns dos projetos em curso, sobretudo ao nível dos museus, das intervenções realizadas e também das que estão em curdo, como o Museu de Arqueologia da Madeira ou o Museu do Romantismo.

Da parte do Arquivo da Madeira e Biblioteca Regional, Maria Favila Paredes trouxe 'O Tesouro dos Arquivos’, enquanto Paulo Rodrigues, professor e investigador da Universidade da Madeira e último orador deste seminário, dedicou a sua intervenção à ‘Autonomia: o Património enquanto reivindicação’.