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O grupo parlamentar do PSD considera que a economia do Porto Santo tem sido muito afetada pelos atrasos no concurso para a linha aérea entre o Porto Santo e a Madeira.

Os deputados social-democratas estão reunidos naquela ilha para as Jornadas Parlamentares, que se iniciaram hoje e têm continuidade amanhã.

Entre visitas e reuniões, o deputado Bernardo Caldeira sublinhou que se está perante "um impasse que nada abona o Porto Santo e a Região" e que tem tido reflexos negativos na economia local.

"Se um turista quiser ir para o Porto Santo no dia 5, não pode marcar porque simplesmente essa linha não existe", afirmou o deputado.

Bernardo Caldeira lembrou que esta indefinição na linha do Porto Santo já se arrasta há mais de dois anos, tendo a concessão sido prorrogada por um período de um ano, sem que a três semanas do fim desse prazo esteja resolvido o problema. "Aguardamos que o relatório final apareça e que esclareça toda esta informação e contra-informação que existe".

Nestes contactos, que contemplaram também empresários ligados à hotelaria, comércio e restauração, foi constantado, pela voz dos próprios investidores, que o subsídio ao passageiro madeirense tem constribuido positivamente para a economia local, com o crescimento da procura na época mais baixa.