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O deputado João Paulo Marques afirmou hoje que "os madeirenses não se deixam intimidar, não deixam que lhes metam os pés em cima porque é isso que faz quem coloca em causa a ambição, a vontade da Madeira em ter um novo hospital". Foi isso que fez, acrescentou o deputado, numa intervenção no período antes da ordem do dia na Assembleia Legislativa da Madeira, a secretária-geral adjunta do PS, no passado fim de semana. "E não há euforia partidária que o justifique ou estratégia eleitoral que o permita", adiantou.

João Paulo Marques lembrou que, para além de dirigente do PS, Ana Catarina Mendes é deputada na Assembleia da República, "Assembleia onde, supostamente, representa todos os portugueses" e "a mesma Assembleia onde chumbou as propostas dos deputados do PSD-Madeira para que os Orçamentos do Estado para 2017 e 2018, incluíssem financiamento para o novo hospital".

"A deputada Ana Catarina Mendes não conhece a Madeira, nem conhece os madeirenses, mas isso não a impediu de tratar do novo hospital com a ligeireza de quem trata de mero expediente. E, ainda por cima, ser aplaudida por isso."

Para o deputado, o que Ana Catarina Mendes veio dizer aos madeirenses é que "só haverá hospital se e quando o Partido Socialista quiser". "E fê-lo com a autoridade moral de quem está habituada a vir à Madeira apenas para ser figurante de campanha eleitoral e com a facilidade de quem se esquece dos madeirenses assim que o avião dobra a Ponta de São Lourenço a caminho de Lisboa", acrescentou.

O deputado lamentou que haja "assuntos que, por serem repetidos até à exaustão, tornaram-se em zonas cinzentas da política, para onde, todos os dias, se atiram novos factos, não para esclarecer, mas para confundir". É aí, continuou, "que as estratégias partidárias se sobrepõem aos interesses dos cidadãos" e "é aí que vive o pior da política". "Infelizmente, é para essa zona cinzenta que querem arrastar o novo hospital da Madeira", afirmou, salientando que tudo isto se faz "para que se confundam responsabilidades". "Tudo para criar um labirinto de comissões e grupos de trabalho. Tudo para que não se saiba quem tem, sistematicamente, colocado obstáculos a este processo".

João Paulo Mraques assegura que "podem ter conseguido com que as pessoas se cansassem de ouvir falar no novo hospital, mas nunca vão conseguir que os madeirenses desistam desse projeto". "A Madeira precisa e não desiste do seu novo hospital", disse.

Por isso mesmo, adiantou, "as pessoas não se deixam enganar e, de facto, os números não enganam". "O Hospital não se constrói com percentagens, com normas do orçamento de estado ou com cartazes eleitorais. O Hospital constrói-se com trabalho e com investimento. E desde 2015, desde que este Governo Regional iniciou funções e definiu como sua prioridade o novo hospital - só a Madeira é que investiu nesse projeto. Ninguém pode desmentir este facto. De todos os outros – nem palavra, nem compromisso, nem um cêntimo."