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“Os madeirenses, todos os anos pelo Natal e pelo Ano Novo e aí pelo mês de junho, têm uma espécie de entretenimento ideal que é queixar-se da TAP. De quem mais é que se poderiam queixar? Não os vejo queixar-se da EasyJet que também carrega nas tarifas quando a procura ultrapassa largamente a oferta”.

A frase pertence a Diogo Lacerda, administrador não executivo da TAP, e foi proferida à margem do Congresso Nacional das Agências de Viagens e Turismo em Macau, a 25.11.2017, dando origema  uma voto de protesto do grupo parlamentar do PSD.

Os deputados social-democrata consideram que "estas declarações são inaceitáveis por parte de um administrador da TAP Air Portugal, nomeado pelo Governo da República e amigo pessoal e de confiança do Primeiro-Ministro, António Costa". Trata-se de uma afirmação que não foi contrariada pelo Primeiro-Ministro, nem pelo Ministro da tutela, assim como pelo restante Conselho de Administração revelando "a ideia e a postura de desprezo que a TAP tem da Madeira e dos Madeirenses".

"Um administrador não executivo que ganha cerca de 63 mil euros/ano, de acordo com o jornal Expresso, que foi nomeado por António Costa para defender os interesses do Estado e dos portugueses, assume que para ele e para a administração da TAP, a Madeira não é uma parte de Portugal, mas sim um mero destino dentro das várias rotas da TAP, refere o voto do PSD, que "uma retração pública por parte do administrador, Diogo Lacerda, assim como do seu colega e madeirense, Bernardo Trindade, que não poderá aceitar ou ser cúmplice de uma declaração tão insultuosa para com os madeirenses".

"Este tipo de declarações, além de ofensivas para os madeirenses, tornam-se ainda mais graves por serem proferidas por pessoas próximas e da confiança do Primeiro-Ministro, não podendo deixar de ser associadas ao Governo da República e à sua estratégia relativamente à TAP e às ligações entre o Continente e a Madeira", adianta o grupo parlamentar.