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A Ministra do Mar veio ontem confirmar, na Assembleia da República, o que os madeirenses sentem na pele desde que o Governo de António Costa tomou posse: um total alheamento e desrespeito do Estado pelos portugueses que vivem nesta Região. Sobre esta posição, temos a afirmar o seguinte:

1. O PSD/Madeira não vai aceitar que os madeirenses sejam tratados como portugueses de segunda e que sejam ‘condenados’ à falta de alternativas nas suas deslocações dentro do seu país, ao contrário do que acontece com os seus compatriotas no restante território nacional;

2. A viabilidade de uma ligação marítima deste tipo não se pode medir por parâmetros económicos. Cabe, ao Estado Português, nas suas funções sociais e económicas, assegurar o cumprimento da continuidade territorial, na contribuição para o esbatimento das desigualdades e correções económicas e geográficas, de forma a garantir a mobilidade de todos os cidadãos;

3. O PSD/Madeira considera que é de todo o interesse e pertinência que seja reestabelecida a linha ferry marítima de passageiros e de mercadorias com Portugal continental;

4. Para o PSD/Madeira este objetivo deve ser conseguido através da consideração de interesse público por parte do Estado, de modo a inverter o modelo de incentivos públicos aos armadores, através de um concurso público internacional e de um caderno de encargos que assegure as compensações financeiras aos armadores desta linha marítima diretamente pelo Governo da República;

5. Da parte do Governo Regional, sustentado pelo PSD, continuarão a ser desenvolvidos todos os esforços para que essa ligação seja uma realidade para os madeirenses;

6. O PSD/Madeira lamenta também a intenção do Governo da República de cobrar mais taxas aos navios registados na Madeira, numa altura em que se regista um crescimento continuado e sustentado do MAR, voltando-se a criar um clima de instabilidade que poderá inverter esta situação. Uma vez mais, o Estado vem, com medidas irresponsáveis, prejudicar a economia regional e todos os madeirenses.