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Na página 6 da edição de ontem do Diário de Notícias da Madeira, dia 11 de março, é dado grande destaque à suspensão temporária do autarca do PSD, Ademar Nunes, como Presidente da Junta de Freguesia do Caniçal, com insinuações de mal-estar dentro do PSD Machico e as habituais farpas lançadas pelo PS, com o único objetivo de tentar ganhar dividendos nas eleições autárquicas que se aproximam.

 Sobre esta situação, temos a referir o seguinte:


1. Tal como é referido, superficialmente, na notícia, o “... afastamento temporário da área da autarquia por período superior a 30 dias ” é motivo suficiente para a suspensão do mandato de Presidente da Junta de Freguesia, alínea c) do n.º 3 do artigo 77º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro – Autarquias Locais – Competências e Regime Jurídico. Tal situação, obriga à sua substituição temporária, cumprindo-se, assim, o que está definido por lei;

2. Esta ausência do presidente da Junta de Freguesia do Caniçal faz-se no âmbito da sua atividade profissional, mergulhador offshore, existindo na Madeira poucos profissionais habilitados para o desemprenho desta atividade de elevado risco e especialização;

3. Ignora esta notícia que a empreitada a desempenhar no Norte de Africa, mais concretamente na Tunísia, é de cariz idêntico à desempenhada até ao passado mês de dezembro, na freguesia de Câmara de Lobos, na construção da nova ETAR daquele concelho;

4. Ignora também que a empreitada a concretizar na Tunísia foi adjudicada a uma empresa com sede na RAM e que o trabalho especializado a desempenhar pelo Ademar Nunes é resultado de uma subcontratação com uma empresa com sede no Caniçal e propriedade de um Caniçalense;

5. Comparar-se alguém que tem de emigrar por razões de desemprego com alguém que, no exercício das suas funções, altamente especializadas e de elevado risco, o vai fazer no estrangeiro, é no mínimo de mau tom. Em especial, quando se trata de alguém que, enquanto presidente da junta sempre defendeu os interesses da população do Caniçal e vai continuar a fazê-lo, com toda a dedicação, competência e simplicidade que todos lhe reconhecem;

6. “... falta de respeito...” é querer transformar esta situação num caso político. É afirmar, como o fez o PS em tempos, que entre a população da freguesia do Caniçal proliferam casos de droga e prostituição. Por essa altura, “estalou o verniz”, mas certamente o jantar de sexta-feira em Machico, para a apresentação do Ricardo Sousa como nosso candidato à Câmara Municipal, causou muita “unha curta”. Aconselhamos uma ida ao dermatologista.

 

Machico, 12 de março de 2017
O Presidente da Concelhia de Machico
Élvio Encarnação