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Face às notícias vindas recentemente a público a propósito da visita do Grupo Parlamentar do PSD ao Estabelecimento Prisional do Funchal, e, em particular, o teor do comunicado do delegado do Sindicato dos guardas prisionais, importa esclarecer o seguinte:

1 – A visita ao Estabelecimento Prisional fez parte de um conjunto de visitas e reuniões que o Grupo Parlamentar tem vindo a realizar, nas quais se incluíram o Sindicato dos Guardas Prisionais, no passado dia 13 de janeiro;

2 – A realização da visita ao estabelecimento prisional do Funchal foi da iniciativa do grupo parlamentar, nunca tendo tido origem em qualquer combinação com o dito sindicato. Assim, não tinha qualquer razão de ser, qualquer aviso prévio da sua realização, muito menos o tendo, o fazerem-se acompanhar, os deputados, por quaisquer elementos do sindicato;

3 – A visita em causa foi bastante frutuosa, pois os deputados puderam constatar, in loco, as condições em que se encontram os detidos, e aquelas em que trabalham os profissionais naquele estabelecimento;

4 – O Grupo Parlamentar não representa o Sindicato dos Guardas Prisionais, como não representa qualquer outro sindicato, mas não representa igualmente, nem teria qualquer lógica representar, a direção do estabelecimento prisional;

5 – As conclusões que o porta-voz do sindicato expressa são dilações erradas e sem qualquer informação, retiradas de uma forma rudimentar de declarações de circunstância à comunicação social;

6 – De qualquer forma, sempre se diga que os deputados do PSD/M jamais se imiscuirão nos diferendos entre alguns guardas prisionais e a direção do estabelecimento, que efetivamente sabem existir, não lhes cabendo esse papel e, muito menos, tendo essa competência. Cientes que estão da pendência de processos disciplinares e judiciais, entendem estes deputados que à justiça caberá julgá-los, para além destas matérias dependerem exclusivamente do Estado.

Face ao exposto, o Grupo Parlamentar do PSD lamenta esta atitude do Sindicato dos Guardas Prisionais, mas mantém toda a sua disponibilidade para acompanhar dentro das nossas competências estas matérias, na busca das soluções e não dos problemas.