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A Concelhia do PSD Funchal, liderada por Carlos Rodrigues, estranha, uma vez mais, o recuo do executivo camarário relativamente a mais uma medida, depois de anunciada com pompa e circunstância.

O presidente da autarquia, em novembro passado, anunciou, que a maioria dos comerciantes desta artéria fulcral da cidade do Funchal estava de acordo com o seu encerramento. Como é apanágio desta governação, confusa e atabalhoada, viemos a verificar que que esse anúncio estava absolutamente desfasado da realidade e constituía mais uma manobra de diversão e ilusão com a intenção de condicionar decisões futuras.

Agora, ficou-se a saber que essa vontade maioritária não passava de uma falsidade atroz e que, pelo contrário, a quase totalidade dos comerciantes dessa rua é contrária às intenções peregrinas do sr. Presidente da Câmara.

Não querendo admitir a discordância dos comerciantes e o impacto que tal medida poderia ter em atos eleitorais futuros, Paulo Cafôfo vem agora escudar-se nas questões financeiras para recuar relativamente a esta matéria.

Esta desculpa mal engendrada é, no mínimo, ridícula, sobretudo depois de ter sido apresentado, de forma ruidosa, muito recentemente, o recurso a um financiamento bancário para ser aplicado, na sua totalidade, em investimentos.

A intenção anunciada resulta da gestão experimental e amadora a que este executivo nos tem habituado. Exemplos como este são, por exemplo, a barbaridade em que querem transformar o Mercado dos Lavradores, ou ainda, as medidas irreflectidas sobre a mobilidade, que, infelizmente, traduzem uma abordagem casuística, sem planeamento, sem estratégia, sem visão e sem qualquer tipo de consideração pelos munícipes.

Assim, a concelhia do Funchal considera que encerrar a Rua Fernão de Ornelas sem sequer ouvir os interessados seria uma forma abusiva de tratar estes assuntos, acarretando mais prejuízos do que benefícios para os comerciantes ali estabelecidos, pelo que o abandono desta medida não se faz por questões financeiras, mas porque é na realidade o mais vantajoso para os comerciantes, transeuntes e munícipes em geral, como o PSD sempre defendeu. É tempo desta gestão camarária governar para os seus concidadãos e não em função da sua "criatividade vanguardista".