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Numa entrevista, publicada em duas partes, o presidente da CMF faz afirmações que merecem esclarecimento.

1. Apesar dos floreados semânticos, ainda ninguém percebeu qual é a “estratégia”, a “visão” e a “ação” para o Funchal que o presidente da CMF constantemente anuncia.

2. Teve mais uma oportunidade nas quatro páginas que ontem e hoje lhe foram dedicadas, mas, ao invés, optou por insistir na mentira aos funchalenses.

3. É absolutamente falso que o Funchal seja hoje uma cidade melhor do que era em 2013. Os dados e os factos demonstram-no.

4. Em 2013, o Funchal era uma cidade cuidada, limpa, aprumada, que ganhava prémios verdadeiros (não daqueles inventados) e era, ainda, uma referência nacional a todos os níveis, incluindo na transparência, com investimentos avultados em programas sociais inovadores, em infraestruturas, em habitação, em saneamento básico e em estradas.

5. Hoje, o Funchal é uma cidade com estradas em estado deplorável, com trânsito caótico, com praias interditas, com pragas urbanas a alastrar, com recolha de lixo deficiente e sem qualquer investimento de monta para além dos habituais remendos de ocasião, em que este executivo é perito, e do anúncio de planos que não saem da gaveta.

6. Tudo isto se comprova no quotidiano e nas notícias. E soma-se às persistentes incongruências nos fechos/aberturas de ruas, nos abates furiosos e descontrolados de árvores, no PDM, aprovado nas costas dos funchalenses, e no caso da Ponte Nova, uma obra do Governo, embargada durante um ano sem qualquer necessidade.

7. Em 2013, o Funchal tinha um rumo traçado, hoje, sim, está parado no tempo, apesar dos impostos cobrados nos últimos 5 anos terem permitido receitas recorde, cujo dinheiro ninguém sabe onde ou em quê foi utilizado.

8. O Funchal está sem rumo porque é prisioneiro de uma estratégia individual cujo único objetivo é o de usar a cidade e as suas mordomias para fins que não têm em vista o interesse coletivo dos seus habitantes.

9. Quem se preocupa com as “pessoas” não lhes mente nos olhos em plena campanha eleitoral. Não lhes promete coisas que nunca quis cumprir. Respeita-as e não as toma por parvas.

10. Quem se preocupa com as “pessoas”, assume as suas responsabilidades. Não se refugia, nem se esconde ‘atrás’ de plantas, mapas, livros de botânica ou de dendrologia.

11. Quem se preocupa com as “pessoas”, respeita a ALM e os deputados legitimamente eleitos pelo Povo da Madeira e do Porto Santo e as autarquias de cor política diferente.

12. Ao contrário do que se tem assistido na política conduzida pela CMF, relativamente às freguesias, o Governo Regional trata todas as Câmaras por igual. Lamentavelmente, a CMF não tem sabido garantir a sua parte do financiamento nos projetos, escudando-se em desculpas para disfarçar a sua inércia e má gestão municipal.

13. No que diz respeito às famílias, de referir que o Governo investe mais de metade do seu orçamento na Educação e Saúde. Não se fica por medidas avulsas nem anúncios de intenções. Essa sim é a verdadeira política social.

Funchal, 19 de agosto de 2018
O Secretário-Geral do PSD/Madeira
Rui Abreu