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O secretrário-geral do PSD afirmou, hoje, através de comunicado, que "a aprovação do Orçamento Rectificativo para 2018, só possível graças à consolidação das finanças públicas e às boas práticas orçamentais, veio reforçar em 49,9 milhões de euros as políticas de apoio ao emprego, à habitação e à educação dos madeirenses".

Rui Abreu refere que "metade do Orçamento Regional é canalizado para a Saúde e a Educação, um sinal inequívoco da sensibilidade social e política do PSD/Madeira", lembrando que a economia regional cresce há 59 meses consecutivos, o que traz benefícios para todos.

"Não se percebe, portanto, as críticas do Grupo Parlamentar do PS. E não se percebe porque não há qualquer “subversão” das políticas apresentadas pelo PSD, e sufragadas pela população e, muito menos, qualquer problema com as finanças públicas regionais", disse.

Rui Abreu salienta que "a confusão que o PS lança sobre as obras públicas é pura maldade ou completa ignorância sobre a importância de obras como: a construção e a recuperação de escolas, a construção e a recuperação de centros de saúde ou a construção e a recuperação de bairros sociais, investimentos sociais que acontecem em toda a Região e que são prioritários para o bem-estar da população".

O mesmo se sucede, segundo o Secretário-geral, com algumas das obras que estavam paradas e que foram retomadas e, algumas delas, já concluídas.

"Mais grave é ver o PS-M falar de finanças públicas, tentando inventar factos, quando a RAM é a única parcela do país que não apresenta défice! E isto há cinco anos consecutivos. Preocupante parece ser, sim, a situação do país, como o FMI tem, repetidamente, avisado."

Mas Rui Abreu diz entender "o drama socialista": "Quem antes apregoava que nada se fazia, vê-se agora confrontado com a realidade: os investimentos avançam, as promessas são cumpridas, as contas estão consolidadas.

O dirigente social-democrata ressalva que, "claro que se o PS ajudasse, é provável que se pudesse fazer ainda mais. Bastava que exigisse junto de António Costa e da Geringonça que a Região pagasse menos juros sobre o empréstimo, que nos fosse devolvida a sobretaxa do IRS, que se pagasse os 30,5 milhões de euros prometidos na altura dos incêndios, que se regularizasse a dívida dos subsistemas de saúde ou que se inscrevesse dinheiro para o Novo Hospital no Orçamento do Estado, por exemplo. Claro que se o PS ajudasse, é provável que se pudesse fazer ainda mais. Bastava que pedisse a António Costa para a República assumir as despesas com o ferry, com o helicóptero de combate aos incêndios, com o passe dos estudantes ou com o avião-cargueiro, naquilo que são atribuições inequívocas do Estado não cumpridas por este, mas assumidas pelo Orçamento Regional."

Portanto, conclui, quem tem as prioridades subvertidas é o PS-M que em vez de lutar pelos interesses da população da RAM, insiste em se colocar do lado dos interesses de Lisboa, prejudicando toda a nossa população.

 

Comunicado