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O Secretário-Geral do PSD/Madeira afirma hoje, em comunicado, que "com recurso a mais uma notícia sem contraditório, o executivo da CMF volta hoje a tentar enganar a opinião pública com um conjunto de mentiras".

Desta vez, sublinha Rui Abreu, "a notícia baseou-se numa “fonte”, próxima e anónima, com acesso privilegiado a cheques, a fotocopiadora e a talões de depósito".

Mas, felizmente, acrescenta, "a “fonte” da CMF faz uma tentativa infantil de desviar as atenções, mas que não resiste à verdade ou ao fim da fantasia. É por isso que mostra documentos que não desmentem a existência de uma dívida inusitada relativa à recolha dos resíduos sólidos".

O Secretário-Geral considera que "convém, portanto, reafirmar junto da opinião pública que a verdade é irrefutável: a CMF não honra o acordo que fez com a ARM, não cumpre com as ordens do Tribunal, coloca em causa o fornecimento dos serviços da ARM aos outros concelhos da Região e cobra dinheiro aos funchalenses que depois não usa para pagar a quem lhe fornece os serviços".

Rui Abreu refere que "para onde vai o dinheiro, continua a ser um mistério digno do igualmente misterioso “milagre” das finanças camarárias", mas "para pagar o serviço, está mais que visto que não é".

Neste comunicado, o PSD afirma ainda que, "entretanto, o PS exigiu a presença do presidente do Governo Regional na ALM, esquecendo-se que a presença do presidente do GR é uma realidade de periodicidade mensal consagrada pelo PSD e esquecendo-se que quem se recusa ir à ALM é o presidente da CMF, mesmo quando convocado para o efeito e mesmo quando uma tragédia que vitimou 13 pessoas exigia outro comportamento. Sobre isto nem uma palavra de indignação do PS ou do executivo da CMF. 13 mortos não valem o incómodo de uma presença na ALM".

Nesse sentido, Rui Abreu sublinha que há uma pergunta que se impõe: "quem não respeita uma simples ordem do tribunal, como é que podia respeitar a casa da Democracia e da Autonomia madeirense? Ou respeitar tudo o resto?"