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Os deputados do PSD/Madeira na Assembleia da República remeteram ao Ministro das Finanças um requerimento para obter clarificações sobre o processo dos balcões da Caixa Geral de Depósitos a fechar na Madeira, e mais especificamente sobre a situação do Porto Moniz, onde já se concretizou esta política do banco público.

“O fecho de balcões da CGD no âmbito do plano de reestruturação da CGD tem tido implicações por todo o país”, afirmam os deputados, no documento, sendo que “os cidadãos residentes no concelho do Porto Moniz já vivem a difícil realidade desta política de fecho de balcões”. “É o único concelho no país onde só existe uma caixa automática da CGD, onde os clientes locais agora têm que se deslocar até ao concelho vizinho para realizar operações que extravasam as limitações da caixa automática, referem.

Para deputada Rubina Berardo, que integra a Comissão de Orçamento e Finanças, “é injustificável que se feche um balcão bancário precisamente num concelho já por si geograficamente mais isolado e com uma população idosa considerável, que maioritariamente recebe as suas pensões pela CGD”. “Os cidadãos do Porto Moniz ficam assim mais isolados, e não se compreende que critérios foram usados nem a razão da apatia da Câmara Municipal do Porto Moniz neste processo”, adianta, lembrando que a CGD é pública e o encerramento de mais balcões da CGD eliminará um serviço financeiro de interesse público, particularmente junto das faixas etárias mais idosas ou com mobilidade reduzida.

“Em nome da transparência democrática, exigimos mais informações sobre o futuro dos balcões da CGD na Madeira”, sublinha.

 

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