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A deputada à Assembleia da República Sara Madruga da Costa, efetuou hoje uma visita ao radar militar do Pico do Areeiro, “Estação Radar 4”, uma das quatro estações de radar da Força Aérea Portuguesa existentes em Portugal.

Esta visita insere-se no compromisso de proximidade com a população e com os serviços da República na Região Autónoma da Madeira, assumido pela deputada social-democrata durante a campanha eleitoral, e serviu para perceber a forma como o radar está a funcionar, assim como qual o trabalho levado a cabo pelos militares na referida estação.

Sob o lema “servir para mais longe alcançar”, encontram-se cerca de dezassete efetivos da força aérea destacados para a referida unidade, que está operacional e ativa vinte e quatro horas por dia e trezentos e sessenta e dias por ano.

De acordo com o que a deputada teve a oportunidade de constatar in loco, o radar deteta aviões de qualquer tipo, civil ou militares que sobrevoem a Região Autónoma da Madeira e inclusivamente navios.

“A missão da estação é muito nobre e é uma mais valia para a Região Autónoma da Madeira, numa altura em que as questões de terrorismo e de ameaças surgem com outros contornos e em que é essencial controlar o espaço aeronaval da nossa zona económica exclusiva e a soberania sobre todo o nosso território e sobre a nossa plataforma continental, incluindo o arquipélago das Selvagens” referiu Sara Madruga da Costa

Esta estação é fundamental para o projeto de extensão do Sistema de Comando e Controlo Aéreo de Portugal (SICCAP), que neste momento abrange todo o território continental e a Região Autónoma da Madeira, com exceção da Região Autónoma dos Açores que ainda não dispõe de nenhum equipamento semelhante.

A deputada social-democrata aproveitou a visita para questionar sobre as dificuldades com o sistema de comunicações do referido radar, tendo-lhe sido explicado que o radar está operativo, ou seja, é capaz de detetar a presença de aviões e navios, possuindo o equipamento tecnológico mais avançado do país, persistindo contudo, um problema com o sistema de comunicações que ainda não está totalmente operacional, mas ao qual a força aérea é alheia e é da inteira responsabilidade do fabricante do equipamento.

Sara Madruga da Costa manifestou a sua disponibilidade para junto do Governo da República alertar para esta situação do sistema de comunicações, por forma a que no mais breve espaço possível, o radar fique operacional a cem por cento.