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O deputado Paulo Neves deixou bem claro, hoje, numa intervenção na Assembleia da República, que “a Madeira não é um ‘offshore’, não é um paraíso fiscal ou uma praça financeira”.

É sim, sublinhou, “um centro de negócios, bem regulado e bem supervisionado”. O deputado eleito pelo PSD Madeira lembrou que, além da OCDE, da União Europeia, do Banco Mundial e do Banco Central Europeu, várias instituições portuguesas acompanham o Centro Internacional de Negócios (CINM) ao pormenor, como são os casos da Autoridade Fiscal Portuguesa, da Segurança Social, do Banco de Portugal, do Registo Nacional de pessoas Colectivas, das conservatórias do Registo Comercial, assim como dos Governos da Madeira e da República.

Considera, por isso, que “é de uma enorme irresponsabilidade, desconhecimento e má-fé dizer que o Centro Internacional de Negócios é uma zona ‘offshore’, ressalvando que não existem benefícios à atividade financeira. Além disso, salientou, todas as empresas instaladas no CINM são “registadas e constituídas em Portugal”, sob supervisão, controlo e inspecção das autoridades competentes.