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Sara Madruga da Costa esteve ontem na sede da Comissão Política de São Martinho para explicar aos militantes aquele que tem sido o trabalho dos deputados eleitos pelo PSD Madeira à Assembleia da República e a razão do seu sentido de voto no orçamento rectificativo e no Orçamento de Estado de 2016.

A deputada, no âmbito da conferência subordinada ao tema “Os desafios da Assembleia da República”, efetuou o balanço da atividade parlamentar dos deputados do PSD-M na Assembleia da República, informando os militantes das várias iniciativas legislativas já entregues na Assembleia da República.

“É fundamental que todos os militantes estejam ao corrente de todas as atividades desenvolvidas pelos deputados, é importante ouvir os militantes e refletirmos em conjunto sobre os aspetos a melhorar na nossa atuação.”

A deputada social-democrata aproveitou ainda a oportunidade para explicar aos militantes as razões que levaram os deputados do PSD-M em São Bento a votar contra o Orçamento de Estado para 2016. “Votámos contra este Orçamento de Estado, porque este orçamento é um mau Orçamento para a Região", pois"não resolve os problemas da Madeira e do Porto Santo" e "nada mais faz do que dar à Região aquilo a que ela tem direito".

“Este orçamento continua a não conter medidas concretas para a resolução dos problemas da Região, as verbas que constam para a Madeira e que inicialmente nem estavam corretas, decorrem do estrito cumprimento da lei, da obrigatoriedade do Estado para com a Região Autónoma da Madeira e não são nenhum favor ou uma demonstração de boa vontade para com os madeirenses e porto-santenses", disse.

"O Orçamento de Estado não resolve ou prevê qualquer verba ou investimento naquilo que é a responsabilidade do Estado para com a Região, nomeadamente no bom funcionamento dos serviços da República na Região, sublinhou Sara Madruga da Costa, acrescentando que "questões como a dívida de cerca de onze milhões de euros dos cuidados de saúde de alguns dos serviços da República na Região ao Serviço Regional de Saúde continuam por resolver, assim como a falta de investimento nas instalações da esquadra, no tribunal e na conservatória do Porto Santo e noutros serviços na Madeira".