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A deputada do PSD-M na Assembleia da República, Sara Madruga da Costa, reuniu-se hoje com a presidente do Banco Alimentar contra a Fome na Madeira, Fátima Aveiro, para conhecer de perto o trabalho desempenhado por esta instituição, que tem como objetivo “aproveitar onde sobra, para distribuir onde falta, evitar o desperdício de alimentos, fazendo-os chegar às pessoas que têm fome”, e para analisar um diploma inovador francês relativo aos desperdícios alimentares.

No ano em que a Assembleia da República consagrou à luta contra o desperdício alimentar, Sara Madruga da Costa afirmou que se “estima que cerca de 89 milhões de toneladas de alimentos por ano são desperdiçados na Europa, existindo uma quantidade cada vez maior de alimentos saudáveis e em condições comestíveis que são desperdiçados e não chegam a quem mais precisa”.

A deputada salienta que esta preocupação com os desperdícios alimentares levou a que a França tenha sido o primeiro país do mundo a proibir o desperdício de comida não vendida, tendo aprovado uma lei por unanimidade que entrou em vigor já neste mês de fevereiro.

De acordo com este diploma inovador, os supermercados são obrigados a doar a centros de caridade ou a bancos alimentares, alimentos de boa qualidade e que ainda se encontrem em condições comestíveis. Por outro lado, os supermercados são também impedidos de, deliberadamente, deitar fora alimentos e inutilizá-los, com o objetivo de impedir de serem consumidos por pessoas que os procuram nos contentores de lixo.

A referida lei torna também mais simples a doação de produtos em excesso diretamente das fábricas de indústria alimentar para os bancos alimentares e obriga a que os bancos alimentares e instituições de solidariedade sejam obrigados a receber e armazenar os alimentos em condições de higiene adequada e a distribui-los por quem mais necessita,  com “dignidade”.

Para Sara Madruga da Costa, esta lei é um exemplo de que os parlamentos e os governos ajudam a resolver os problemas das pessoas, não tendo dúvidas de que, mais cedo ou mais tarde, todos os países europeus passarão a ter legislação semelhante por forma a evitar os desperdícios alimentares e a ajudar as instituições de solidariedade a aumentar a ajuda a quem mais precisa.