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“Como votará o BE e o PS na Madeira o orçamento retificativo do Governo Regional que pretende fazer na Madeira aquilo que o governo da República não é capaz de fazer aqui no continente?”, questionou Sara Madruga da Costa na intervenção que efetuou esta tarde no debate sobre a eliminação do imposto dos combustíveis (ISP) que teve lugar na Assembleia da República.

Sara Madruga da Costa confrontou o BE e também o PS com a proposta de orçamento retificativo apresentada pelo Governo Regional da Madeira que pretende entre outras coisas uma nova diminuição nos combustíveis e o descongelamento da carreira dos professores na Madeira.

De acordo com a deputada social-democrata a pergunta impõe-se tendo em conta que “já sabemos que não podemos contar com a atual direção do PS na Madeira para este efeito. O PS-M funciona na Região como um mero satélite retransmissor do continente e das más políticas deste governo da república”.

Sara Madruga da Costa relembrou ainda que “o PSD sempre foi contra este caminho e contra esta forma encapotada de austeridade. O aumento dos combustíveis, a contagem do tempo integral dos professores e a solução desastrosa da gestão da TAP, são alguns dos exemplos de um governo da república que continua a não falar verdade e a prometer aquilo que sabe que não pode cumprir”.

A deputada madeirense evidenciou ainda no debate as contradições do BE e da geringonça “um partido que tem duas caras, ora finge ser oposição, ora finge ser governo” referiu a deputada acusando o BE de “hipocrisia, cinismo e oportunismo” naquela que considerou uma “vã tentativa de iludir o povo e os portugueses perante este brutal aumento dos combustíveis” que constitui “mais um triste episódio da cartilha marxista, ou melhor dizendo trotskista”.

De acordo com Sara Madruga da Costa, “o BE decidiu ser hoje oposição ao governo, quando ontem foi parceiro e esteve a negociar o próximo Orçamento do Estado para 2019.O BE sentiu necessidade de vir agora de mansinho ao parlamento, fingir ser opositor ao governo e propor a eliminação do ISP, quando aprovou com o seu parceiro de governo esta solução de aumento do imposto sobre os produtos petrolíferos em 2016, 2017 e 2018”.

Para a deputada social democrata “o BE já teve outras oportunidades para contribuir para a eliminação deste imposto, mas optou sempre por apoiar o governo e chumbar a sua eliminação. Ainda há duas semanas atrás o BE defendia a discussão desta matéria no Orçamento do Estado, agora pelos vistos mudou de opinião”, ironizou.