• 1bannerSitePSDM19jun2018.jpg
  • 35227974_10216705850468501_2142540222246682624_n.jpg
  • bannerSitePSDM23mar2018rui.jpg
  • topofaceCompromissoMadeira2018

A deputada à Assembleia da República Sara Madruga da Costa aguarda com preocupação a resposta do Governo da República às eventuais implicações na Madeira da restruturação da Caixa Geral de Depósitos.

No dia 25 de janeiro de 2018, a deputada questionou pela primeira vez o governo sobre os encerramentos da CGD na Madeira tendo obtido em março uma resposta surpreendente: “Tudo indica que este ano estará concluído o plano de redimensionamento previsto para esta Região.

O Governo da República acompanha a execução do plano estratégico pela administração da CGD que tem como um dos princípios, manter a presença do banco público em todos os concelhos do país´”.

Na sequência desta resposta e das notícias vindas a público e não desmentidas pela CGD que dão conta do encerramento este ano de mais de 75 balcões em todo o país, o PSD requereu no início de junho ao Ministro das Finanças o envio da listagem de todos os balcões da Caixa Geral de Depósitos a encerrar em 2018, a indicação das datas previstas para o respetivo encerramento e a explicação de todos os critérios que levaram à seleção dos balcões a encerrar em 2018.

“Até ao momento o Governo da República continua em silêncio perante eventuais encerramentos de balcões da CGD na Madeira”, referiu Sara Madruga da Costa.

Para a deputada madeirense, “todo este processo conduzido pela CGD, que conta com cerca de 13 balcões na Região, tem sido feito com a cumplicidade do Governo da República que está a gerir o processo com grande opacidade e falta de transparência. É bom não esquecer que o plano de capitalização e a reestruturação da CGD foi negociado por este Governo da República com a Direção Geral de Concorrência da Comissão Europeia”.

Para o PSD estas notícias – aparentemente não desmentidas pela CGD – e o desconhecimento de quais as agências que irão encerrar, são causadoras de profundo alarme junto das populações que ainda mantêm dependências da CGD, sobretudo daquelas onde este é o único banco com presença física.

Já em 2017, a CGD procedeu ao encerramento de 64 agências presenciais, reduzindo o número de balcões em Portugal de 651 para 587.