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O deputado Paulo Neves afirma que o Primeiro-ministro está a brincar com coisas sérias”, ao querer "dar um valor absoluto para ser gerido pelo governo da Madeira" quando esta, ao contrário da República, "não tem controlo sobre as companhias aéreas nem sobre os Reguladores".

“Se Costa não consegue - porque não quer! - obrigar a TAP a ter preços justos e não inflacionados vai ser o governo regional, que não manda na TAP, quem vai conseguir pôr a TAP na ordem e os Reguladores a regularem?”

Paulo Neves lembra que o princípio Constitucional da Continuidade Territorial não pode ter um limite financeiro, sublinhando que cabe ao Estado pagar o subsídio de mobilidade e fazer com que a TAP baixe as tarifas.