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A deputada à Assembleia da Republica Sara Madruga da Costa dedicou hoje o dia ao Porto Santo e à análise do ponto de situação dos problemas pendentes da república naquela ilha.

Na agenda estiveram visitas à esquadra da PSP, ao Tribunal e ao radar meteorológico e uma reunião com o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo.

Sara Madruga da Costa acusa o PS de brincar às profissões e fazer de conta que governa, empurrando a resolução dos problemas dos porto-santenses para 2019.

“Numa semana em que António Costa brincou aos sapadores florestais, fingindo limpar as florestas e Paulo Cafofo fingiu ser motorista, estranhamos que nenhum dirigente socialista tenha pretendido este fim-de-semana, fingir ser agente da PSP no Porto Santo, para perceber como é trabalhar numa das piores esquadras da PSP no país”.

O PS perdeu uma oportunidade este fim de semana, nas jornadas no Porto Santo de perceber e resolver este problema da esquadra da PSP ou do tribunal do Porto Santo e do atraso no concurso da linha aérea Madeira – Porto Santo, problemas esses da responsabilidade da república” referiu a deputada.

Sara Madruga da Costa não vai desistir ou abandonar estas causas e continuará na Assembleia da República a defender os porto-santenses.

“Desde o início da legislatura que defendemos na Assembleia da República, a construção de uma nova esquadra da PSP no Porto Santo, de um radar meteorológico e a melhoria das condições do Tribunal. Denunciamos também o atraso da república na conclusão do concurso da linha aérea para o Porto Santo e os prejuízos dai advenientes para os porto-santenses”.

Da reunião com Idalino Vasconcelos resultou a disponibilidade da autarquia em colaborar com o ministério da administração interna, na procura de um espaço para a construção de uma nova esquadra da PSP na ilha dourada.

“É um facto que a esquadra da PSP no Porto Santo já não tem as condições adequadas para o cumprimento da missão policial, é do nosso interesse ajudar e colaborar com a república a encontrar uma solução robusta que sirva os interesses do Estado e da ilha do Porto Santo”, disse Idalino Vasconcelos.