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A deputada madeirense Sara Madruga da Costa foi uma das oradoras convidadas, juntamente com a professora Inês Ferreira Leite, numa conferência sobre “ A Igualdade de Direitos” na Faculdade de Direito que assinalou o Dia Internacional da Mulher.

Para além da igualdade de direitos, foi abordado o assédio sexual como desigualdade invisível e a importância da participação política das mulheres.

No dia em que o governo aprovou, em Conselho de Ministros, uma proposta de lei que altera a lei da paridade nos órgãos do poder político, aprofundando a Lei da Paridade e estabelecendo um limiar mínimo de representação de cada sexo dos 33,3% para os 40%, a deputada Sara Madruga da Costa falou da evolução histórica e dos dados estatísticos da participação política de mulheres em Portugal.

“A evolução da participação política das mulheres espelha a história e as dificuldades dos diversos países. Em Portugal, o processo também tem sido muito lento e moroso e culminou com uma representação histórica de 34% mulheres em 230 deputados nas últimas eleições legislativas nacionais”, referiu.

Sara Madruga da Costa também falou aos alunos sobre a sua experiência política. A deputada foi a primeira mulher a encabeçar uma lista de deputados à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Região Autónoma da Madeira e uma das sete cabeças de lista mulheres indicadas pelo PSD às ultimas eleições legislativas.

Apesar dos diversos progressos verificados na promoção do equilíbrio da participação de mulheres e homens nos diversos órgãos, em especial após a entrada em vigor em 2006 da Lei da Paridade, a deputada Sara Madruga da Costa referiu que “continua ainda a existir um longo caminho a percorrer na igualdade de género e na participação política das mulheres.”

“Os dados conhecidos esta semana, revelam a importância de debatermos este assunto e as desigualdades salariais” salientou a deputada. “Portugal, Espanha e Itália, são os Estados-Membros da União Europeia que desde 2008 apresentam uma maior diferença salarial entre homens e mulheres, sendo que Portugal foi um dos países onde existiu um maior aumento das desigualdades salariais”.

Por isso, a deputada deixa um repto: “Precisamos de debater cada vez mais a igualdade salarial entre sexos e promover uma educação para o respeito e para a igualdade de género”.