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A deputada à Assembleia da República Sara Madruga da Costa considera que a proposta de Lei do Orçamento de Estado (OE) para 2018 “fica muito aquém do esperado e anunciado pelo Primeiro Ministro”.

“Não é compreensível que dois anos após o anúncio do Primeiro-Ministro António Costa, de financiamento do novo hospital da Madeira, o Orçamento de Estado de 2018 não contenha qualquer norma relativa a esta importante infraestrutura”, afirmou.

Após ter participado numa Conferência na Escola Ângelo Augusto da Silva sobre o funcionamento da Assembleia da República e o Orçamento do Estado, Sara Madruga da Costa sublinhou que “já sabíamos que o Primeiro Ministro era um ilusionista, que gosta muito de anunciar e prometer, mas não podemos admitir que utilize um assunto tão sério e importante para os madeirenses e porto-santenses para tentar fazer mais um truque de magia”.

A deputada salientou que, durante dois anos, já aconteceu um pouco de tudo. “António Costa e o PS-M anunciaram o compromisso, garantiram através de outdoors que o financiamento do Hospital já estaria assegurado, de uma mera intenção sem qualquer verba prevista no anterior OE passou-se para uma mera intenção de cinquenta por cento e agora, pelos vistos, através de mais um golpe de magia e sem qualquer explicação, continua a não estar prevista nenhuma verba no OE de 2018 para a construção do Hospital da Madeira, o que é preocupante.”

Sara Madruga da Costa lembra que um Hospital não se constrói em dois dias e muito menos sem verbas, suspeitando que a intenção de António Costa seja apenas a de “lançar a primeira pedra em 2019”. A deputada refere ainda que “prometer e anunciar é fácil, mas mais importante que as palavras, é concretizar os compromissos assumidos”.

“Não é desta forma que se trata um assunto prioritário para uma Região Autónoma”, argumentou.

Para além da não consagração de verba para o Hospital da Madeira, a deputada Sara Madruga da Costa referiu que o Orçamento do Estado também não contempla qualquer verba para o pagamento da dívida de 16 milhões dos subsistemas de saúde ao SESARAM e para o regresso em massa dos emigrantes da Venezuela, entre outras questões relevantes para a Região.