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Notícias
  Sábado, 10 Novembro 2018

O responsável pelo Gabinete de Estudos do PSD/Madeira afirmou que temos de pensar hoje a Autonomia num contexto diferente daquele que foi pensado, há 20, 10, 5 anos.

Nesse sentido, Francisco Santos entende ser necessário colocar todos os desafios e possibilidades que possam existir sobre a mesa.

No âmbito do 'Compromisso Madeira', realizado no auditório da Segurança Social, sob a temática da Educação, destacou a importância da presença do Professor David Justino, e também de Luís Mata, para que sejam deixados contributos para a avaliação dessas novas possibilidades e desafios.

Francisco Santos lembrou que os madeirenses têm na Autonomia o seu "valor maior", pelo que na Educação "assumimos o direito de podermos também definir as políticas educativas mais adequadas à nossa realidade concreta, histórico-geográfica, académica ou cultural, económica e política", salientando que as "pessoas são, indiscutivelmente, o ativo eminentemente estratégico da Região Autónoma da Madeira". 

O ex-secretário regional da Educação lembrou algumas das experiências realizadas na Madeira, ao nível da Educação, "muitas delas com bastante sucesso e algumas delas pioneiras ao nível nacional", as quais revelam que, quando contextualizamos a ação, nós conseguimos encontrar modelos e práticas que de facto propiciam o acesso das pessoas àquilo que elas mais necessitam. Deu os exemplos das medidas de Educação na Infância, com a universalização quase até aos 3 anos, as escolas a tempo inteiro e, mais recentemente, a experiência da reorganização de turmas, designadas por turmas +, além das que foram realizadas ao nível dos currículos alternativos e da implementação da robótica. Isto, adiantou, sem esquecer a valorização dos professores, com a recontagem do tempo integral de serviço, que "é, no fundo, a consideração máxima que se pode ter pelo agente maior".

Contudo, na opinião de Francisco Santos, os tempos atuais exigem mais do que aquilo que temos, dando o exemplo do desafio da globalização, no sentido de que "temos de criar pessoas para o mundo, mas também pelo facto de existiram organismos internacionais que "nos obrigam a olhar a Educação com perspetivas e indicadores que não podem deixar de ser considerados.

Por fim, deixou um desafio a todos os agentes da educação, em particular os professores, para que sejam repensados os métodos de ensino, lembrando que, hoje em dia, muito do conhecimento obtém-se fora da escola, nomeadamente em plataformas digitais.