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Notícias
  Sexta, 21 Setembro 2018

O deputado municipal do PSD, Bruno Macedo, questionou esta manhã a vereação da Câmara Municipal do Funchal (CMF), sobre a atuação do perito contratado pela Autarquia para efetuar peritagens na árvore que caiu no Monte.

Em causa está a notícia publicada pelo JM, dando conta que o perito contratado pela Autarquia é suspeito de ter removido e sonegado provas relevantes para o apuramento da verdade na tragédia que matou 13 pessoas e feriu 53 em agosto do ano passado.

Porque é que Pedro Gingas, “o tal perito contratado à pressa”, pago com 50 mil Euros pela Autarquia, para fazer a peritagem na árvore que caiu no Monte “ainda não prestou esclarecimentos ao senhor presidente da Câmara nem a ninguém”, sobre “a veracidade ou não desta notícia”, questionou Bruno Macedo. E como é possível que dada a suspeita, Pedro Ginjas continue a trabalhar no processo.

"Pedro Ginja está na Madeira há vários dias e ninguém da Câmara achou conveniente pedir esclarecimentos", constatou o social-democrata. As perguntas que a bancada do PSD quer ver respondidas são simples e as respostas ainda mais simples: “sim ou não?”Tirou ou não tirou provas? Mexeu ou não mexeu na prova? Adulterou ou não adulterou a prova?”.

Falando da “incerteza que paira no ar”, Bruno Macedo criticou o facto do executivo, liderado por Paulo Cafôfo, manter em funções uma pessoa que pode ter “comprometido irremediavelmente” a investigação. “Tudo isto lança suspeições e até uma possível obstrução à justiça”, rematou o deputado, durante a reunião da Assembleia Municipal.

O presidente da CMF recusou-se a responder às questões colocadas sobre a veracidade ou não da suspeita de remoção de provas no Monte por parte do perito contratado pela Autarquia, assunto que dominou a primeira parte da Assembleia Municipal.