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Notícias
  Sexta, 14 Setembro 2018

A bipolarização política entre o PSD e os socialistas sempre existiu na Madeira, mas atualmente é mais “perigosa porque é encapotada”, com o Governo Central a usar os poderes do Estado para condicionar a população madeirense, alertou Miguel Albuquerque

“A bipolarização continua a ser a mesma. Agora com um governo das esquerdas em Lisboa, que está a utilizar os poderes do Estado para massacrar os madeirenses, no sentido de tentar garantir que a esquerda regional chegue ao poder. Penso que vão se enganar”, disse esta sexta-feira o presidente do PSD/Madeira, à margem da iniciativa ‘Encontro com Militantes’.

Para Miguel Albuquerque o desafio que a Madeira tem no próximo ano eleitoral divide-se em duas vertentes. “Ou a Madeira continua a ser governada pelos madeirenses que só se podem rever no partido autonomista que é o PSD/Madeira; Ou passam a ser mandados por Lisboa e a Autonomia perde-se”, sublinhou.

Na verdade o PS local não passa de “um conjunto de forças inorgânicas, ligadas ao PS-Madeira, mandatárias do centralismo jacobino da esquerda lisboeta”, que não tem “nem estrutura, nem verticalidade, nem força” para garantir que a vontade dos madeirenses possa ser cumprida na Região, reforçou.

Já o PSD/M, que durante 40 anos desenvolveu a Madeira, assumiu e continua a assumir os princípios autonómicos, como vetores estruturantes do desenvolvimento democrata da sociedade regional.

As grandes prioridades para 2019 são, no entender do líder dos sociais-democratas madeirenses, “vencer as eleições e apresentar um programa em conformidade com aquilo que são as necessidades da Madeira para o futuro.”

Durante o ‘Encontro com Militantes’ das freguesias da Sé, São Pedro, Imaculado Coração de Maria e Santa Luzia, na sede da Rua dos Netos, e depois em Gaula na sede local, Albuquerque fez, ainda, um balanço da ação governativa conjunto dos militantes, e de tudo aquilo que o governo do PSD tem cumprido junto dos madeirenses.