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Notícias
  Domingo, 12 Agosto 2018

Foi no palco do Comício Festa do PSD/M no Porto Santo, ao lado de Miguel Albuquerque, membros do Governo Regional e do PSD, e em frente à população porto-santense, que Idalino Vasconcelos fez um primeiro balanço dos primeiros 10 meses enquanto presidente da Câmara Municipal do Porto Santo (CMPS).

“A herança deixada [pelo PS] condicionou largamente as nossas ações. Nesta primeira fase do nosso mandato tivemos de negociar diversas ações judiciais de dívidas não resolvidas nos últimos anos e que caíram nas nossas mãos”, disse ontem o presidente da Câmara Municipal do Porto Santo, no Largo das Palmeiras.

Se não fosse o “empenho” e o “esforço” da governação social-democrata, a Câmara Municipal estaria atualmente bloqueada e penhorada. “Nós não queremos isso. Queremos regularizar e estabilizar as nossas contas para depois podermos ter espaço de manobra para investir nas áreas chave como a promoção turística, ação social, a educação e o ambiente.”

Dizendo que está empenhado em trabalhar para o bem comum dos porto-santenses, Idalino Vasconcelos sublinhou que aceitou o desafio enquanto autarca do Porto Santo como uma missão. “Aceitei este desafio como uma missão e não como uma ambição.”

O presidente da CMPS frisou que em política “é preciso ter coluna vertebral”. Sublinhou que “não vale tudo em política e também não vale tudo na oposição”.

Por isso fica surpreendido quando a oposição socialista apresenta neste momento nas redes sociais “todas as soluções milagrosas para os males do Porto Santo”, quando em quatro anos de governo não foram capazes de aplicar as medidas que hoje defendem. Por isso desafia as forças da oposição: “Se querem ajudar realmente o Porto Santo, venham arregaçar as mangas de forma construtiva e trabalhar em prol de todos e do Porto Santo.”

Idalino Vasconcelos sublinhou que conta com o apoio do Governo Regional em várias frentes, nomeadamente na promoção turística, na cultura, no património e nas infraestruturas, nomeadamente na Estrada da Camacha e no Caminho Agrícola das Areias. “Estamos empenhados em articulação com o Governo em lançar esta obra [Estrada da Camacha] o mais breve possível. O Caminho Agrícola das Areias, orçado em 1,5 milhões de euros, avançará no terreno em 2019 e irá beneficiar agricultores e toda a população do Porto Santo.”

Uma garantia também deixada por Miguel Albuquerque. “Vamos cumprir integralmente todos os compromissos assumidos com o Porto Santo”, disse o líder dos sociais-democratas.

Idalino Vasconcelos disse que “o caminho é longo” e que o mandato é de quatro anos “quer se goste ou não”. Por isso reiterou a “vontade férrea” de trabalhar em prol dos interesses da população. “O momento é de trabalhar e no final do mandato peço-vos a todos que avaliem e decidam.”