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Notícias
  Domingo, 12 Agosto 2018

O desenvolvimento da Madeira e do Porto Santo só foi possível graças ao PSD/M, que lutou pela liberdade e pela autonomia políticas ao lado de gerações de homens e mulheres que não se deixavam subordinar ao poder central, disse ontem Miguel Albuquerque, ontem durante o Comício do Partido no Porto Santo.

“No dia em que entregarmos o poder a Lisboa, nós estamos perdidos. Voltamos a ser colonizados, voltamos a ser esquecidos voltamos a ser relegados para lado nenhum”, avisou o presidente do PSD/M, alertando as novas gerações para o futuro da Madeira e do Porto Santo.

Para Albuquerque existem apenas duas hipóteses que irão ditar o futuro da Madeira e do Porto Santo, e que é essencial para as novas gerações. A primeira é apostar e continuar a apoiar o PSD/M, “a força que defende a nossa liberdade, a nossa autonomia e a nossa possibilidade de decidirmos o nosso futuro”, para bem das novas gerações.

A segunda hipótese é entregar o poder a Lisboa, através do PS e dos comunistas locais que estão ao serviço do poder central em Lisboa, e “perdermos a nossa liberdade e o nosso poder de decisão para podermos decidir o nosso futuro e o dos nossos filhos.”

O líder dos social-democratas avisou que o PS e as forças de esquerda querem “vender a nossa autonomia e a nossa liberdade em troco de umas migalhas de poder”, dizendo que os madeirenses sabem, “como sempre souberam”, que a Região só pode continuar a desenvolver-se se forem os madeirenses e porto-santenses a decidirem o seu futuro através das instituições autonómicas.

“Este poder em Lisboa quer de todas as formas e usando os poderes do Estado conquistar de forma direta ou indireta o poder na Madeira. Querem mandar nos madeirenses e porto-santenses”, alertou Albuquerque, falando depois para as novas gerações que não conheceram o atraso a que a Madeira e o Porto Santo foram votados durante anos: “Não se deixar enganar porque nós temos de ter memória política. Foi o PSD, os nossos Governos, as nossas Câmaras que desenvolveram a Madeira e o Porto Santo”.

E a população, continuou, não pode ter “ilusões” em relação ao que acontecia no passado. Basta olhar para o presente, e ver a história repetir-se. “Temos um poder central que se esquece da Madeira, que trata os cidadãos da Madeira e do Porto Santo como cidadãos de segunda”, disse, apontando o exemplo dos cancelamentos e preços praticados pela TAP para a Madeira e, mais recentemente, a forma displicente como o Governo da República tratou o concurso das ligações áreas para o Porto Santo. “Esqueceram-se que era fundamental ter um concurso e um contrato assinado com a companhia aérea [Binter] e tivemos 12 viagens cancelados para o Porto Santo”, criticou, antes de regressar à TAP.

“Como é que esta gente pensa que vamos ter turismo se andam a praticar preços para Paris a 60 euros, se andam a praticar preços para Marrocos a 48 euros e para a Madeira e para o Porto Santo cobram 550 euros. Isto na TAP, uma empresa pública em que o Estado tem a maioria.”

“O Governo Central não sabe de nada e nós temos que exigir responsabilidades a este Governo da República que não liga nada ao Porto Santo e à Madeira”, frisou, exemplificando com a falta de apoio de Lisboa ao ferry e à reconstrução da Madeira após os incêndios de 2016. “Todos nós sabemos que este Partido Socialista e estas forças de esquerda não têm a coragem, a determinação a garra para defender a Madeira e o Porto Santo”.

“Estamos aqui porque temos que continuar a lutar pela nossa terra. Pela liberdade. Pela Autonomia e pelo futuro da Madeira e do Porto Santo.”