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Notícias
  Quinta, 9 Agosto 2018

O Secretário-geral do PSD/Madeira registou hoje a “profunda hipocrisia” e “má-fé” que rodeia o PS local quando fala sobre o Sistema Regional de Saúde e aos profissionais que lhe dão corpo.

 “Depois, de numa primeira investida, afirmarem que o Governo Regional não investe na Saúde, e terem sido desmascarados – a Madeira investe 1.189€ habitante/ano (6,9% do PIB regional) o Continente apenas 852€ habitante/ano (4,8% do PIB nacional) –, agora vêm dizer que o dinheiro para a Saúde dos madeirenses é mal gasto”, escreve Rui Abreu em comunicado.

 Rui Abreu contrasta a boa gestão do Governo Regional da Madeira nas Finanças e na Saúde com a gestão calamitosa da República no Sistema Nacional de Saúde, com demissões em bloco, falta de profissionais, salas de parto encerradas e crianças sujeitas a tratamentos de quimioterapia em corredores de hospitais.

 “Apesar dos constrangimentos impostos pela República […], a Madeira é a única região do País sem défice nas contas públicas, e em três anos amortizou 600 milhões de euros da dívida da Saúde, criou um regime de incentivo à fixação de médicos na Região, regularizou a situação profissional de 105 de trabalhadores do SESARAM e garantiu 5,8 milhões de euros para a progressão das carreiras da Administração Pública

 No que respeita à lista de espera, Rui Abreu sublinha que os números apresentados são reflexo de “uma maior acessibilidade e de diagnóstico mais precoces, o que demonstra que o SESARAM está mais capacitado.”

 “Não existem doentes em situação urgente ou emergente à espera de cirurgia, nos termos das orientações nacionais”, observou, frisando que só no 1º semestre de 2018, realizaram-se no SESARAM 6.153 cirurgias e lembrando que até o final de 2018, com o Serviço de Cirurgia de Ambulatório a funcionar em pleno, haverá uma redução dos números da lista de espera.

 No que respeita ao encaminhamento de doentes, Rui é Abreu é perentório:  “os nossos doentes são encaminhados para onde for necessário, porque a Saúde dos Madeirenses e dos Porto-Santenses está acima de qualquer questão político-partidária”

 Por isso, aponta  a “hipocrisia profunda” dos socialistas madeirenses. “Se o PS estivesse mesmo preocupado com a Saúde dos madeirenses, há muito que tinha pressionado os seus colegas de partido em Lisboa para arrancar com as obras do novo Hospital da Madeira e há muito que tinha resolvido a dívida dos subsistemas de saúde à Região.”