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Notícias
  Segunda, 30 Julho 2018

O Secretário-geral do PSD-Madeira reagiu, em comunicado, às declarações do novo líder regional do BE, que “impressionado com as 25 mil pessoas que passaram ontem pelo Chão da Lagoa”, teceu hoje algumas apreciações que merecem reparos.

“Quem afunda o país na dívida é o Governo da Geringonça sustentado pelo PS, BE e PCP, como todos os relatórios e diferentes peritos têm frequentemente alertado”, disse Rui Abreu, sublinhando que a “dívida pública portuguesa nunca foi tão alta.”

Rui Abreu lembra que “a Madeira é a única região do País com contas equilibradas e sem défice, factos sistematicamente ignorados pelo Sr. Ascensão nas suas deambulações pelas finanças públicas regionais.”

Para o BE, nota o social-democrata, todas as obras públicas foram inúteis, quando na verdade o Governo Regional retomou algumas das antigas reivindicações da população.

“O Sr. Ascensão mostra assim aos madeirenses que é contra a nova escola do Porto Santo ou contra a nova escola da Ribeira Brava.” No que respeita ao novo Hospital “a história é sempre a mesma”. Por isso O PSD/M aguarda “para ver se é desta que o BE não aprova um Orçamento do Estado sem ter as responsabilidades da República lá consagradas relativamente ao novo Hospital.”

Sobre o subsídio de mobilidade que colocou os madeirenses a viajar mais e a preços acessíveis – 86 Euros para residentes e 65 Euros para os estudantes – as alterações recentemente aprovadas na Assembleia da República acabam com alguns dos problemas que este apresentava. “Não se percebe então o que o BE quer com isto, uma vez que até votou favoravelmente a proposta da Assembleia Legislativa da Madeira e na Assembleia da República. Mas sabe-se que o próprio novo líder do BE beneficiou, e muito, do subsídio de mobilidade, como recentemente se descobriu”.

Rui Abreu estranha o silêncio do líder regional do BE que teima em não reconhecer que a Madeira foi a única região do país que baixou impostos, “facto que mereceria maior reconhecimento público.” Nota, também, que o Sr. Ascensão também não diz nada sobre a sobretaxa do IRS, sobre os juros da dívida, sobre as dívidas dos subsistemas de saúde ou sobre o dinheiro dos incêndios que a República, depois de prometer, agora se recusa dar. Ou sobre o avião cargueiro, o ferry ou o helicóptero de combate aos fogos, obrigações da República Portuguesa, suportadas pelo Orçamento Regional.”

Por isso, o Secretário-Geral do PSD/M entende que Paulino Ascensão enquadra-se na categoria dos “vendilhões da Autonomia”, pois prefere ser mandado por Lisboa do que respeitar as escolhas livres e democráticas do Povo Madeirense.

“Entretanto, a muleta que ampara e faz sobreviver a geringonça é evidente. Com a conivência do BE [nacional e regional], Portugal vive o período de menor investimento público, a Saúde sofre cortes brutais e os impostos queimam os bolsos de cidadãos, famílias e empresas”, concluiu.