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Notícias
  Domingo, 29 Julho 2018

O presidente do PSD Nacional, Rui Rio, utilizou hoje no Chão da Lagoa linguagem futebolística para dizer aos madeirenses eu em equipa que ganha, não se mexe.

“Em equipa que ganha não se mexe, e a Madeira é uma equipa que ganha, a Madeira é uma equipa que ganha há mais de 40 anos”, afirmou o presidente da Comissão Política Nacional do Partido, mostrando-se convencido que “percebem bem” os “riscos” de entrar em aventuras. “Devem continuar na senda do desenvolvimento que sempre conheceram desde a autonomia”, afirmou, depois de elogiar o líder do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque, por estar a perpetuar o legado da social-democracia na Região. É, disse Rui Rio, o actual e próximo Presidente do Governo Regional, e vai continuar a desenvolver a Madeira.

Numa intervenção focada nas questões autonómicas, Rio homenageou o antigo líder regional do PSD e Presidente do Governo Regional durante 38 anos, Alberto João Jardim. Uma referência, vincou, que podia ser feita em qualquer ponto do país.

“Uma saudação ao homem que não é da Madeira, é de Portugal, que é uma referência da social-democracia em Portugal, que é o dr. Alberto João Jardim, um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento da ilha da Madeira”, elogiou durante o discurso, defendendo que fazem falta ao país mais políticos como Jardim.

“Os portugueses já imaginaram o que isto que era se, em vez de um Alberto João Jardim, nós tínhamos tido quatro ou cinco Alberto João Jardins por esse país fora, o que não era Portugal hoje face àquilo que é”, disse, sublinhando que a obra de o ex-presidente do PSD/M “é um orgulho” não só para a Madeira, mas também para Portugal e mesmo para a União Europeia. 

Rio, colocou-se ao lado do PSD/M para reforçar a “injustiças” que a Madeira tem sido alvo por parte da gerigonça que governa o país. “Não é justo que as taxas de juro para quem vive na Madeira sejam mais altas do que para quem vive no resto do país”, exemplificou, criticando ainda a resistência do Estado em rever o subsídio de mobilidade e a passividade com que vê a TAP tratar os madeirenses e a economia regional.