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Notícias
  Domingo, 29 Julho 2018

Foi perante uma multidão, na Herdade do Chão da Lagoa naquela que é a maior festa do PSD a nível nacional, que Miguel Albuquerque classificou a oposição regional de “vendilhões da Autonomia”, que tenta enganar os madeirenses para tentar chegar ao poder com a ajuda do governo da geringonça.

“O que há de novo é que temos uma série de indivíduos que andam a tentar enganar os madeirenses e os porto-santenses. Querem chegar ao poder, com a ajuda do governo da geringonça, para entregar os direitos e liberdades dos madeirenses a Lisboa, para voltar para ao passado e ser somente o Terreiro do Passo a mandar na Madeira”, disse o presidente do PSD/Madeira durante a Festa do Chão da Lagoa

Um evento que contou pela primeira-vez com a presença de Rui Rio, o novo líder nacional do Partido, e com o ex-presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, personalidades que mereceram elogios por parte de Albuquerque.

Para o líder regional dos sociais-democratas, ao fim de quatro décadas o “panorama político [na Região] não mudou muito”, dividindo-se entre os autonomistas e os centralistas.

“De um lado estamos nós os autonomistas sociais-democratas, aqueles que desenvolveram a Madeira no passado, como continuamos a desenvolver a Madeira no presente, aqueles que põem a Madeira acima do Partido, a Madeira acima dos nossos egos, a Madeira acima de tudo", disse o líder regional do PSD, sublinhando que “do outro lado, como sempre, estão os comunistas e os socialistas feitos com o centralismo de Lisboa.”

Por isso exortou: “Querem tomar o poder na Madeira. Venham eles que a gente está à espera deles. Mas podem ter a certeza que nós vamos à luta e combater quer o governo socialista, quer os seus servis a nível regional que não têm uma ideia, não têm coragem, não têm determinação nem fibra para defender nunca os interesses dos madeirenses e dos porto-santenses. São uns agachados a Lisboa. E nós os madeirenses e porto-santenses jamais voltaremos a ser mandados pelo poder colonial.”

Miguel Albuquerque dirigiu também um ataque aos "socialistas da trampa" que no tempo de Sócrates levaram o país à falência e agora “quando chegaram ao poder sem ganhar eleições, fizeram um esquema para enganar os portugueses”, dizendo que iam reverter a austeridade, quando na verdade, são os responsáveis pela maior aplicação de impostos no país, que chegam aos 35% do PIB. São também responsáveis pelo menor investimento público desde a época do Estado Novo.

O líder regional do PSD acusa ainda o Governo, Central, “o tal que ia reverter a austeridade” de “abandonar os madeirenses” em questões como o subsídio de mobilidade, a retenção das verbas para a reconstrução após os incêndios do verão de 2016,ou a taxa dos juros da dívida.

Governo Regional, pelo contrário, trabalhou para alavancar a economia regional. Foi a única região do País que diminui os impostos, e a única que não teve défice. Foi aquela que mais investimento per capita realizou, nomeadamente na Saúde, em hospitais e tratamentos.