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Notícias
  Sexta, 13 Julho 2018

Ao entrar na época mais quente do ano, Rubina Leal apelou a toda a população que se dirija à Câmara Municipal do Funchal (CMF) e apresente uma reclamação de marcos de incêndio ou de bocas-de-incêndios que não estejam operacionais.

“Eu apelo a todas as pessoas, nomeadamente aquelas que vivem mais junto às zonas altas e que tem ao seu redor terrenos rústicos que podem colocar em perigo as suas habitações, que se desloquem ao Município e que apresentem uma reclamação dos marcos de incêndio ou das bocas-de-incêndio que não estão a funcionar, pois avizinha-se a época mais quente do ano e é fundamental que esteja tudo operacional para prevenir qualquer situação de perigo”, disse a vereadora do PSD na CMF.

Depois de percorrer vários locais das zonas altas do Concelho, Rubina Leal constatou que passados dois anos dos incêndios do verão de 2016 existem muitos marcos e bocas-de-incêndios que não estão operacionais. Por outro lado a Câmara Municipal também não distribuiu os kits de Proteção Civil nem deu formação à população, conforme havia anunciado.

“Foi anunciado em fevereiro por este executivo da Câmara Municipal do Funchal que iria distribuir kits de Proteção Civil, que iria dar formação à população para que esta soubesse como atuar numa primeira fase de resposta a situações de catástrofe, o que até agora não aconteceu”, apontou a social-democrata.

Recorde-se que segundo o POCIF, a época de alerta máxima é de 15 de junho a 15 de outubro podendo este período ser alargado de acordo com as condições atmosféricas. “No entanto até o momento a CMF não tem acompanhado esta preocupação que é de todas as pessoas.”

Rubina Leal considera, “inadmissível” que em zonas tão importantes, onde é necessária uma intervenção rápida e permanente o executivo de Paulo Cafôfo tenha uma atitude de “completa displicência.”

“Começamos no mês de Julho na época mais quente do ano e nesta época já deveriam estar todas as bocas-de-incêndio todos os marcos de incêndio devidamente operacionais bem como os kits anunciados em fevereiro deviam ter sido distribuídos à população. Isto demonstra o laxismo com que este executivo continua a tratar as coisas importantes do nosso Concelho e da nossa Cidade”, rematou