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Notícias
  Segunda, 9 Julho 2018

O presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, comparou esta segunda-feira as políticas de laborais da Madeira com o resto do País, e a conclusão foi clara: A Região Autónoma é um exemplo para o restante território nacional.

Exemplos não faltam. As 35 horas semanais. Os 25 dias de férias. O combate à precariedade. “Em Lisboa ainda se discute as 35 horas, na Região as 35 horas foram introduzidas em 2015”, disse Albuquerque durante a tomada de posse das secções laborais da Comunicação e dos Motoristas dos TSD/Madeira, lembrando que a aplicação dos 25 dias de férias – ainda em debate no continente – entram em vigor já este ano.

“Depois de uma crise avassaladora para o País e para a Região, dissemos que íamos dar uma especial atenção às classes trabalhadoras que tinham sido fustigadas pela crise. E estamos a fazê-lo”, sublinhou o presidente do Partido, apontando as medidas concretas para terminar com a precariedade na Administração Pública Regional. Na semana passada, exemplificou, 105 funcionários do SESARAM foram integrados no quadro. Até Setembro, outros 70 serão também integrados.

E, continuou, enquanto no País da ‘esquerdalhada’ enfermeiros e professores andam em greves, o Governo Regional acordou com 425 enfermeiros, integrando-os no Contrato de Trabalho, ao mesmo tempo que vai compensar os professores pelos anos de congelamento de carreira. “Aqui, há estabilidade”, disse, acrescentando que já este ano, através do Orçamento Rectificativo, será feito um investimento de 5,8 milhões de euros na progressão das carreiras públicas.

“Estas políticas que assumimos com os nossos funcionários, com os nossos trabalhadores são políticas que correspondem aos princípios do PSD: Palavra dada, é palavra honrada. É esta a tradição do PSD”, afirmou, dizendo que todos os compromissos que foram assumidos com a população serão integralmente cumpridos.

Como foram o ferry, o avião cargueiro, o helicóptero de combate a incêndios, a baixa de impostos. “A oposição dizia que o ferry não vinha agora vão ter de engolir o ferry

Diziam que o avião cargueiro não vinha, o avião está a voar há mais de 1 ano

Diziam que o helicóptero não vinha mas já está aí”, disse Miguel Albuquerque, vincando que a Madeira está a crescer há 58 meses consecutivos. Uma retoma económica em todos os sectores, que tem reflexos no bolso dos trabalhadores.

Somos, frisou, o Partido que construiu a Madeira moderna e vamos ser aquele que vai continuar a liderar os destinos da Região. “Temos que continuar a defender a Madeira. Vamos para a luta. Vamos ganhar as eleições”, disse, avisando para o “conjunto de bonecos articulados” que querem tentar tomar o poder na Madeira.

“Temos um conjunto de bonequinhos articulados, para através de Lisboa virem para aqui tentar derrotar o nosso partido nas próximas eleições e passarem a mandar nisto. Mas estão-se nas tintas para a Madeira e para os madeirenses.”

Por isso, “nunca abriram a boca”, nem “vão abrir” para contestar a vergonha que a TAP está a fazer aos madeirenses e à economia regional, com os constantes cancelamentos (mais de 70 desde Janeiro) e os preços pornográficos que pratica.

“Estes sujeitos que querem governar a Madeira nada dizem relativamente à vergonha que são as políticas nacionais em relação à Madeira”, acusou, exemplificando com o tecto de 25 milhões de euros que Lisboa quer impor à mobilidade aérea e ao ignorar a importância do ferry para a região autónoma.

Albuquerque, que elogiou a “dinâmica” e “proatividade política” das 27 secções dos TSD/Madeira, terminou dizendo que o Partido que fundou a Autonomia nunca teve medo de ir à luta. “Vamos defender aquilo que acreditamos, vamos para o terreno, e vamos ganhar as eleições.”