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Notícias
  Sexta, 6 Julho 2018

O núcleo dos Biólogos dos TSD/M (Trabalhadores Sociais Democratas) elogiou hoje o empenho do Governo Regional, através do Instituto das Florestas, na preservação e recuperação das florestas, como forma de proteger as populações.

“Este empenho na reflorestação com ações que decorrem em toda a ilha visa conter os solos, minimizar o risco de incêndios, controlar as infestantes e recuperar a biodiversidade, promovendo o equilíbrio dos ecossistemas”, explicou a presidente da Secção dos Biólogos, Natacha Silva, após uma reunião mantida com o presidente do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, que decorreu no final desta tarde.

No entanto, explicou Natacha Silva, este é um trabalho “moroso” e “contínuo” que, apesar de já ter sido iniciado há muito, os resultados só serão visíveis e usufruídos em plenitude pelas gerações futuras, tendo em conta o tempo de recuperação dos ecossistemas.

Falando sobre as alterações climáticas, a bióloga, sublinhou que a floresta será um factor de atenuação das tragédias naturais que assolam a Região, nomeadamente as aluviões ou os incêndios. Neste sentido saudou a prioridade dada pela atual governação no investimento da reflorestação.

“O investimento na reflorestação é um imperativo e, felizmente, constatamos que tem sido uma prioridade do atual Governo Regional”, comprovou Natasha Silva, elencando as várias intervenções em zonas prioritárias dada a fragilidade dos ecossistemas, como o Paul da Serra, as Serras de Santo António e as de São Roque e do Porto Santo.

“Verificámos que a preocupação na regeneração das áreas degradadas, e a prova disso são as diversas ações desencadeadas, que totalizam 330,20 hectares de áreas a recuperar por via da florestação, com a instalação de 868.482 plantas e a beneficiação de 707,64 hectares de outras áreas” num investimento que ultrapassa os sete milhões de euros.

Segundo os dados fornecidos pelo presidente do Instituto das Florestas, Natasha Silva também sublinhou a introdução de plantas indígenas e folhosas, provenientes de viveiros, que têm uma capacidade de produção de cerca de 200 mil plantas por ano.

Para esta especialista, os resultados que começam agora a ser visíveis são fruto do trabalho de muitos técnicos do governo, desde jardineiros a dirigentes, que diariamente definem e executam as estratégias de ação: recolha sementes, propagação em viveiros, cuidados com as plantas até que estas possam ser colocadas no terreno e o acompanhamento das suas primeiras fases de desenvolvimento.

Natacha Silva não tem dúvidas que a Região está no caminho certo e que a reflorestação é fundamental não só em termos de “preservação e recuperação do nosso património natural, como fonte de fruição, de receita e até de criação de novos postos de trabalho, mas sobretudo de proteção das nossas populações.”