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Notícias
  Sexta, 6 Julho 2018

Miguel Albuquerque presidiu hoje à cerimónia de regularização dos 105 trabalhadores precários do Serviço Regional de Saúde. Um momento que, para o presidente do Governo Regional, simbolizou “a garantia de estabilidade, de perspetivas de carreira e segurança”, ao contrário daquilo que acontece a nível nacional.

“Neste momento temos na Administração Central do País mais de 28 mil trabalhadores precários, nós aqui na Madeira temos 170, onde se incluiu os 105 profissionais do SESARAM que passaram hoje a efetivos. E até setembro vamos integrar os restantes trabalhadores [65] que estão em situação precária na administração regional”, garantiu o chefe do executivo madeirense.

O presidente do Governo Regional sublinhou que o cumprimento dos compromissos são fruto da consolidação das contas da Região e do SESARAM, bem como a amortização de grande parte da dívida do Serviço Regional de Saúde.

“Aquilo que fizemos foi um processo de recuperação, de consolidação do orçamento e do orçamento da saúde e depois de apoio e integração dos nossos profissionais”, disse Albuquerque, elencando as várias medidas tomadas ao longo do mandato no sector da Saúde.

“Introduzimos a redução para as 35 horas e apostamos no reforço e em novas admissões nos quadros da Administração Pública Regional, onde se inclui o sector da Saúde que é prioritário. Em 2016 fizemos a admissão e integração no SESARAM de 150 enfermeiros e em 2018 vamos agora implementar a integração de mais 64 enfermeiros”

A aprovação dos 25 dias de férias para a Administração Pública que entra em vigor já este ano e a mobilidade nas carreiras foi outra das medidas reiteradas por Albuquerque. Com o Orçamento Retificativo “serão disponibilizados 5,8 milhões de Euros” para a mobilidade nas carreiras e o diploma dos 25 dias de férias, aprovado na Assembleia Regional será “aplicado já este ano a todos os funcionários da Administração Pública Regional.”

O Governo Regional do PSD conseguiu ainda “um acordo inédito a nível nacional”, lembrou o governante, com 425 enfermeiros a ficaram agora integrados no Contrato Coletivo de Trabalho.

Miguel Albuquerque agradeceu o empenho, esforço e resistência de todos os profissionais de saúde pelo trabalho que desenvolveram em favor da causa pública e da saúde pública na Madeira.