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Notícias
  Quinta, 5 Julho 2018

Rubina Leal esteve ontem na sede da Associação dos Industriais de Táxi da Madeira (AITRAM) a ouvir as preocupações daqueles profissionais sobre o Plano de Mobilidade aprovado pela Câmara Municipal do Funchal.

“Mais de 80% da frota automóvel de táxis ficará impedida de circular no centro do Funchal”, disse a vereadora do PSD após uma reunião mantida com a direção da AITRAM, referindo-se ao Plano de Mobilidade, que impede a circulação na baixa da cidade, de viaturas com matrículas anteriores a 2001.

Uma posição partilhada pelo presidente da AITRAM que considera a medida “catastrófica” para o sector. “Isto terá um impacto muito negativo em cerca de 80% da nossa frota. Será a extinção dos táxis no Funchal”, alertou António Loreto, no final do encontro com Rubina Leal, que mostrou-se completamente contra esta possibilidade.

Feitas as contas, são 650 táxis que deixam de poder circular no centro do Funchal. É, disse a vereadora social-democrata, uma medida “leviana e irresponsável”, que revela falta de bom senso da parte da Coligação de Paulo Cafôfo que a aprovou.

“Aquilo que foi apresentado ontem [dia 3 de julho] foi um Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS), no qual é claro no nono ponto – e ninguém pode dizer que é mentira –, que a Câmara pretende implementar uma ZER [Zona de Emissão Reduzida] na zona delimitada pela Cota 40, impedindo a entrada e circulação de veículos anteriores a 2001”, sublinhou Rubina Leal, frisando que o PSD não pode aceitar uma medida desta natureza.