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Notícias
  Quinta, 5 Julho 2018

O PSD esteve hoje no Largo da Cruz Vermelha onde será implementada pela Câmara Municipal do Funchal (CMF) “uma zona tampão” que vai impedir a circulação de automóveis com matrícula anterior ao ano 2001 na zona baixa da Cidade. A zona tampão vai desde o Edifício 2000, passando pela Cota 40, pelo túnel do Campo da Barca até a Barreirinha, alertou hoje o deputado municipal social-democrata e vice-presidente do Conselho de Jurisdição do PSD/M, numa conferência de imprensa, que decorreu no Largo da Cruz Vermelha.

Apontando para o ponto nove da página 75 do Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS), um documento redigido pelo executivo de Paulo Cafôfo e aprovado ontem em Assembleia Municipal, Alexandre da Silva disse não entender o comunicado emitido ontem pela Autarquia.

“O comunicado da Câmara, que diz que o documento é falso, é uma verdadeira garotice, um mau exemplo de cidadania, uma irresponsabilidade para quem exerce cargos públicos”, frisou.

Por isso, para um esclarecimento cabal da verdade, Alexandre Carvalho da Silva, desafiou Paulo Cafôfo a disponibilizar no site da Autarquia o Plano de Mobilidade “para que toda a gente possa ver na página 75, esta medida que está prevista e bem especificada” que impede a circulação de automóveis com matrícula anterior a 2001 no centro da Cidade.

O PSD desafiou, ainda, o presidente da CMF a realizar um debate público sobre este Plano de Mobilidade com todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, já que existem outras medidas que “prejudicam seriamente os madeirenses”.

“Vão reduzir substancialmente o já escasso estacionamento em parcómetro no Funchal e vão também aumentar o preço dos estacionamento se calhar para os 3,00 Euros à hora” exemplificou, falando, ainda, na redução a apenas uma faixa das principais artérias da Cidade, nomeadamente na Avenida do Mar, na Rua 5 de Outubro e na Rua 31 de Janeiro.

“Isto é um plano que vai afetar todos nós, todos os madeirenses, todos os comerciantes da baixa do Funchal. Esta é uma política replicada de Lisboa relativamente aquilo que é feito numa grande cidade que tem meio milhão de carros a entrar diariamente no centro de Lisboa, enquanto aqui no Funchal temos 50 mil.”

Por isso entende que este Plano de Mobilidade não é inclusivo. “É um Plano para ricos, jovens e saudáveis”, lembrando que o Funchal é para todos: para os funchalenses e não funchalenses.”