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Notícias
  Domingo, 1 Julho 2018

O deputado Bernardo Caldeira sublinhou, hoje, no discurso da sessão comemorativa do Dia da Região, realizada este ano no Porto Santo, que "nos dias de hoje, a Palavra tem que ter valor".

"Aquele que se compromete, que dá a sua palavra frente a frente, olhos nos olhos, com a população, tem que ser valorizado", disse, salientando que "o Governo Regional está a cumprir integralmente o seu programa", o mesmo que foi apresentado aos eleitores e sufragado por estes.

"Desde logo, relembro que o Porto Santo durante o Inverno não tinha qualquer ligação aérea direta ao continente português", afirmou o deputado, tendo "o Dr. Miguel Albuquerque, ainda na qualidade de candidato, e sem imprensa, encetado conversações com a anterior administração da TAP, recebendo o compromisso que tal não voltaria a acontecer, e não aconteceu". Já aqui, sublinhou, cumpriu.

Bernardo Caldeira refiu que este governo "comprometeu-se também a adotar medidas que visassem o esbatimento da sazonalidade, desde logo com a criação de um subsídio ao passageiro madeirense na época de menor procura, entre os meses de outubro e junho" e conseguiu "reduzir os valores das viagens marítimas para os Porto-santenses". Voltou a cumprir.

O mesmo acontecendo com o afundamento da Corveta Pereira D’Eça, a uma cota mais elevada. "Foi também um investimento realizado com o objetivo de esbater a sazonalidade, uma vez que nesta Ilha maravilhosa, é possível mergulhar em qualquer altura do ano."

Além disso, "logo no primeiro ano, este Governo apoiou uma operação charter no período de Inverno oriunda da Dinamarca, com dois voos semanais. Esta operação tem crescido ano após ano, sendo que em 2018 esta operação baterá o recorde em número de frequências por um período mais alargado."

Cumpriu também mais este compormisso e ainda o complemento remuneratório de dupla insularidade, calculado sobre a remuneração base, variável entre os 15% e os 30%.

Mas, segundo o deputado, não ficou por aqui na devolução de rendimentos às famílias. "Reduziu os impostos em sede de IRS nos últimos três anos consecutivamente, tendo neste último também baixado os impostos em sede de IRC para as pequenas e médias empresas" e "cumprirá também na recuperação de todo o tempo de serviço prestado em períodos de congelamento para todos os professores da Região Autónoma da Madeira, a par das medidas positivas para toda a administração pública regional".

"Este Governo comprometeu-se com aquela que era uma promessa sistematicamente adiada e uma forte reivindicação de todos os Porto-santenses, a Escola Básica e Secundária Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco. Cumpriu! A obra está a decorrer. Este Governo comprometeu-se a repavimentar as estradas regionais. Cumpriu! Este Governo comprometeu-se a melhorar o acesso à saúde no Porto Santo. Foi aprovado um incentivo remuneratório para a deslocação de médicos especialistas ao Porto Santo. Foi introduzida a Telemedicina. Foi criada a unidade de cuidados paliativos. O serviço local de oftalmologia foi reforçado, reduzindo a necessidade dos pacientes deslocarem-se ao Funchal para tratamento. O Centro de Saúde será alvo de uma intervenção."

Pela primeira vez, desde que este Governo Regional tomou posse, o Porto Santo contou com a presença da EMIR, equipa de emergência médica nos períodos de maior procura, estando os períodos de presença na ilha a aumentar todos os anos", acrescentou.

Contudo, o deputado salientou que nem tudo está feito. Na área dos transportes considera que no Inverno IATA, devem existor duas ligações emanais com o continente. Além disso, os preços praticados pela TAP continuam exorbitantes". Bernardo Caldeira afirma que, "sendo agora esta companhia propriedade do Estado Português, é necessário lutar por uma redução das taxas aeroportuárias, procurando isentar as ligações inter-ilhas, de forma a proporcionar tarifas mais baratas e acessíveis a todos".

Na saúde, também reivinidca melhorias constantes nos serviços existentes, assim como na criação de novos serviços, salientando que é preciso "caminhar no sentido de garantir a presença da EMIR o ano todo".

Relativamente ao Turismo, à Economia e à fiscalidade, adiantou, "é necessário encontrar um equilíbrio que permita uma redução fiscal diferenciadora às empresas do Porto Santo, principalmente na época baixa. É necessário um forte empenho do Governo e dos empresário hoteleiros para que se encontrem as soluções que permitam às unidades hoteleiras o seu funcionamento durante todo o ano. Quando assim for, todo o tecido empresarial do Porto Santo beneficiará, também, ao longo de todo ano".

O deputado não deixou ainda de lembrar, que "o PSD foi, até os dias de hoje, o único partido, que teve a preocupação de ter, sempre, um representante do Porto Santo no Parlamento Regional."

"Estamos cá para trabalhar em prol de todos, sem excepção. Todos os indicadores económicos comprovam que estamos no rumo certo. A economia cresce, o desemprego diminui, aumentam os rendimentos disponíveis para as famílias, entre outros indicadores positivos. O resultado está à vista de todos."

De acordo com Bernardo Cladeira, "todo este crescimento e evolução deve-se também a todo o tecido empresarial, que ao passar por diversas tormentas, nunca atirou a toalha ao chão, e que, na sua forma se ser, pela sua resiliência, consegue sempre erguer-se, por acreditar, assim como nós, no potencial da nossa ilha".

Deixou igualmente uma palavra para as associações e instituições da ilha, "que contribuem também, diariamente, para o crescimento e evolução do Porto Santo, muitas vezes com pouca visibilidade, mas com contributos gigantes que nos orgulham a todos".

E, hoje, salientou, "o Porto Santo volta a contar com o esforço e dedicação diária de um executivo camarário social-democrata. Testemunho diariamente o seu foco e determinação em trabalhar em prol de todos, centrado em resolver aqueles que são os assuntos prementes, e que foram ignorados nos últimos 4 anos."

"Os porto-santenses podem agora contar com uma Câmara Municipal focada no presente e futuro do Porto Santo, que não procura desculpas ou culpados, trabalhando com o objectivo de concretizar os seus desígnios e os compromissos assumidos com a população."

Em contraponto com o que tem sido feito pelo Governo regional, no cumprimento integral das promessas assumidas, Bernardo Caldeira afirmou que "não nos podemos rever, e sabemos que os madeirenses e porto-santenses se sentem revoltados, com a acção que tem sido desenvolvida pelo Governo Central Socialista, que faz da chantagem e da agiotagem e seu mote, contando com o apoio dos comunistas e bloquistas".

"É inaceitável chantagear a Região afirmando que só baixam a taxa de juro se aceitarmos 25 Milhões para a Mobilidade. É uma vergonha que o Governo da República em plena calamidade, nos incêndios de 2016 tenha prometido ajuda à Madeira, aos Madeirenses, no valor de 30,5 Milhões de Euros, para em 2018, após dois anos de espera, vir dizer que, afinal os Madeirenses que se desenrasquem, não contem é com o Governo Socialista para ajudar-vos. Assim não!"