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Notícias
  Terça, 5 Junho 2018

Miguel Albuquerque destacou o papel do PSD e de Alberto João Jardim no progresso económico e social da Madeira. "Era a região mais atrasada do país", afirmou à margem da cerimónia de entrega da Medalha de Mérito ao presidente do Governo Regional que o antecedeu. 

"É fundamental que as novas gerações da Madeira percebam o que é a luta autonomista, o que é que custou, o que foi conquistado e o que temos de conquistar no futuro", disse.

Miguel Albuquerque vê assim a atribuição deste galardão, o mais elevado ao nível regional, "como um ato de gratidão, de justiça e um exemplo", sublinhando que ainda pertence a uma geração em que a política não é um "exercício de 'selfies'". "Tomava-se decisões e continuamos a tomar decisões em prol do interesse coletivo", afirmou, acrescentando que a "política exige clarificação das posições". E também isso lhe foi transmitido por Alberto João Jardim.  

"Também aprendi outra coisa, a frontalidade e a determinação é muito mais importante do que o exercício da hipocrisia política. Nós temos que saber para onde vamos, quais são as decisões que temos de tomar para atingir os objetivos."

Miguel Albuquerque salientou ainda que corrobora a opinião de Alberto João Jardim quando diz que a República deve assumir a dívida da Região. "Eu acho que o Estado devia assumir as suas obrigações, incluindo essa porque, ainda há pouco tempo, houve um debate na Assembleia onde se disse que um determinado Governo do PS tinha pago a dívida da Madeira, mas isso não é verdade. O que houve foi uma compensação, que ainda não foi integralmente cumprida, relativamente aos processos de privatização."

Lembrou também a questão da sobretaxa que levou ao pagamento pelos madeirenses de mais de 70 milhões em impostos, os quais "foram diretamente para o continente, em vez de virem para a Madeira, para o seu desenvolvimento".

Ou seja, "continuamos com um Estado que pratica o centralismo mais acentado em termos europeus. Só 12% da despesa pública é descentralizada em Portugal, incluindo as regiões autónomas".

"Este estado de macrocefalia não tem nada a ver com subsidiariedade nem com a democracia, tem a ver com o exercício prepotente do centralismo que atrasa o país", adiantou.