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Notícias
  Segunda, 4 Junho 2018

A Assembleia da República (AR) vai debater a questão do subsídio de mobilidade da Região a 12 julho, graças à pressão exercida pelo PSD/Madeira e pelo Governo Regional,anunciou hoje o deputado social-democrata, Paulo Neves, em conferência de Imprensa na sede do Partido.

O projeto discutido pelos deputados em São Bento será aquele que foi aprovado por unanimidade, na Assembleia Legislativa da Madeira, em 2017, e que foi enviado para o presidente da AR, explicou Paulo Neves, responsabilizando o Governo Central de António Costa de nada fazer, desde 2015, para alterar a mobilidade aérea madeirense.

“Se o subsídio de mobilidade ainda funciona como foi decido em 2015 [e não foi revisto seis meses depois conforme o acordado] a culpa é inteiramente do Governo da República e do Partido Socialista, apoiado pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista”, acusou o deputado social-democrata na Assembleia da República, reiterando que o projeto foi posto na gaveta porque “António Costa quer manter este sistema (…) que sabe que é injusto e que incomoda os madeirenses.”

A própria criação de um Grupo de Trabalho na AR pelo Governo da República foi uma forma de “ganhar tempo” e de adiar esta “questão de extrema importância” para os madeirenses e porto-santenses, sempre defendida pelo Governo Regional e pelo PSD quer a nível regional quer a nível nacional.

O objetivo é que os cidadãos portugueses da Região Autónoma da Madeira não tenham que adiantar o dinheiro ao Estado, tornando assim o subsídio de mobilidade mais prático e menos burocrático, defendeu, lembrando que foi graças à pressão do Governo Regional e do PSD aos níveis regional e nacional que este tema será debatido na hemiciclo nacional.

Paulo Neves disse que não aceita a “chantagem” de um Primeiro-ministro que “não tem sentido de Estado” e que quer que os madeirenses só sejam portugueses até os 25 milhões de euros, o plafon anunciado por António Costa a aplicar no subsídio de mobilidade para a Madeira.

“Em última análise, em Setembro os madeirenses deixam de ser portugueses”, disse o deputado, rejeitando qualquer limite imposto pela República aos princípios da continuidade territorial e da coesão social.