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Notícias
  Terça, 29 Maio 2018

O líder do Grupo Parlamentar do PSD afirmou hoje, no debate potestativo sobre Continuidade Territorial, que "adiar e atrapalhar é o lema da República" e que é usado agora sem qualquer "vergonha" porque é visto como "uma estratégia partidária", utilizando-se o dinheiro público ao serviço de um partido".

"O Partido Socialista usa e as marionetas do PC e do Bloco de Esquerda dão palmas a esta estratégia", disse Jaime Filipe Ramos, sublinhando que estamos, claramente, perante "um Estado que é refém de um partido, em Portugal, um partido que nem precisa de ganhar eleições para mandar, um partido que faz tudo para se colar ao poder e um partido que foge, como sempre fugiu, às suas responsabilidades". Isto porque, "sempre que o PS governa, alguém paga essa fatura".

O líder Parlamentar lamentou que a notícia seja a vinda do Primeiro-ministro à Madeira, quando a "verdadeira notícia devias ser a resolução dos problemas do madeirense sque estão pendentes na República". Mas essa não chega ou quando vhega vem "de uma forma atabalhoada ou pouco conclusiva".

Foi assim no processo do novo hospital, na questão dos juros. Nesta última denunciou a chantagem relacionada com a percentagem de diminuição da taxa, condicionando-a ao subsídio de mobilidade.

Jaime Filipe Ramos lamentou ainda que se tenha sempre justificado o adiamento das soluções afirmando que tecnicamente os assuntos não estavam não estavam em condições de serem esclarecidos, o que, garante, constitui uma "mentira". "Eu não tenho dúvidas em afirmar que durante estes anos temos assistido a uma metura por parte do Governo da República e do PS e essa mentira é repetida".

Por seu lado, Carlos Rodrigues denunciou a a estratégia de António Costa de manter no "limbo" as questões da Madeira. E o exemplo mais evidente, segundo o deputado, é que se passa com o subsídio social de mobilidade, que já devia ter sido revisto e resolvido em 2016. Além disso, desde maio do ano passado, que está na Assembleia da República uma proposta da Assembleia Legislativa da Madeira, votada de forma unânime, que resolveria todos os assuntos. "O que é que António Costa faz? Manda os seus funcionários da Assembleia meter essa proposta na gaveta para prejudicaros madeirenses."

Também o deputado Marco Gonçalves sublinhou que para o PS a única preocupação, como já foi admitido publicamente,  é derrotar o PSD, salientando que a posição de António Costa até agora não tem sido "satisfazer as necessidades dos madeirenses e porto-santenses", lembrando todas as questões relacionadas com o novo hospital. 

O deputado Adolfo Brazão lamentou que dos 21 pontos pendentes, António Costa só tenha aceitado discutir 4 "numa atitude de falta de transparência e de espírito democrático". 

Já o deputado Bernardo Caldeira abordou a ligação entre o Porto Santo e a Madeira, sublinhando que "não há memória de um Governo da República ter desrespeitado tanto uma população que hoje celebra os seus 600 anos", lembrando que ainda não são conhecidos os resultados do concurso lançado pelo Governo da República. Isto a seis dias de acabar a atual concessão.

O deputado Eduardo Jesus salientou que o bloqueio do Estado às questões da Madeira tem "motivos partidários", lamentando que "alguns madeirense se vendam aos centralismo nacional, contrariando e traindo os próprios concidadãos desta Região".

A deputada Rubina Leal contestou o tratamento diferenciado entre os portugueses da Madeira e os portugueses dos Açores, entre muitas matérias, em questões de segurança social.

Por fim, o deputado Sérgio Marques recordou que o Governo da República prometeu reforçar as verbas para as obras em taludes, na sequência do temporal de 20 de fevereiro, não acreditando que venha agora dar "o dito pelo não dito".