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Notícias
  Quinta, 24 Maio 2018

O desperdício de água potável no concelho do Funchal, que ascende aos 60%, reflete-se na fatura final dos consumidores. As redes de água estão degradadas, e por cada 100 litros de água que chegam às casas dos munícipes 60 são perdidos na rede.

“Todos sabemos que quanto mais água se perde na rede, mais água a Câmara Municipal do Funchal (CMF) tem de adquirir ao seu fornecedor, e assim a fatura que chega à casa dos consumidores é mais elevada”, alertou a vereadora do PSD naquela Autarquia.

“O desperdício é pago pelos consumidores”, disse Rubina Leal, exigindo, por isso, que o executivo autárquico faça uma intervenção de fundo nas redes de água potável do Município, em vez de a Câmara continuar com a “política do remendo” face aos contínuos derrames e ruturas nas condutas de água.

“Os derrames de água são uma constante. Mesmo na baixa da Cidade temos derrames que duram há meses” disse, exemplificando com os derrames junto à Igreja da Sé, na Rua dos Capelistas, na Rua da Conceição ou na Rua da Figueira Preta.

Lembrando que a água é um bem escasso, Rubina Leal constata que a Autarquia funchalense, por falta de investimento, tem de adquirir mais do dobro da água necessária junto do fornecedor para fazer face à procura no Concelho

“Não é possível continuar com esta política do remendo, onde ocasionalmente vão-se tapando os buracos e os derrames de água na nossa Cidade”, lamentou, sublinhando: “É importante e fundamental um investimento de fundo nas redes. É urgente diminuir as perdas de água. É importante que a fatura dos nossos consumidores não seja tão elevada, devido aos desperdícios e à falta de investimento por parte deste executivo.”