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Notícias
  Quinta, 24 Maio 2018

Miguel Albuquerque afirma que os madeirenses têm de ser tratados como "portugueses de corpo inteiro", acusando o Governo da República de faltar às suas responsabilidades.

"A minha função é defender, intransigentemente, os direitos do madeirenses e porto-santenses", disse, na assinatura de um protocolo com a Associação Diamantiers, sublinhando que há um princípio que "é fundamental resolver", que é o princípio da coesão territorial e da mobilidade no país.

Apesar dos passos decisivos que estão a ser dados pelo Governo Regional, segundo Miguel Albuquerque existe um problema, é que o Estado não estar a "assumir as suas obrigações".

Deu o exemplo do transporte marítimo. Sendo Portugal com uma grande dimensão arquipelágica, o Governo da República não consegue "assegurar uma ligação marítima em território nacional". Teve de ser o Governo Regional a desencadear esse processo e "entrar com o dinheiro dos contribuintes madeirenses para pagar essa ligação que o Estado não assume".

Mas o mais extraordinário, refere Miguel Albuquerque, acontece com a "última versão" do subsídio de mobilidade aérea, quando se diz que os madeirenses e porto-santenses é que terão de "assumir os custos das disfuncionalidades e da ineficácia do Estado no que diz respeito ao transporte aéreo".

Contudo, garante que a Madeira não vai aceitar que os madeirenses vejam "a sua mobilidade aérea limitada dentro do país porque o Estado não consegue resolver um problema", quando, supostamente, deveria "ter organismos reguladores para os resolver", alegando que não têm meios.

"Para que é que temos a ANAC se não tem capacidade para intervir neste escândalo", questionou.