• 1bannerSitePSDM19jun2018.jpg
  • 35227974_10216705850468501_2142540222246682624_n.jpg
  • bannerSitePSDM23mar2018rui.jpg
  • topofaceCompromissoMadeira2018
Notícias
  Quarta, 16 Maio 2018

O Secretário-Geral do PSD afirma, hoje, em comunicado, que "os funchalenses já perceberam que o problema da Câmara Municipal do Funchal "é não cumprir o que assinou, não respeitar os acordos judiciais e colocar em causa os serviços prestados pela ARM nos outros concelhos".

Segundo Rui Abreu, "a este problema soma-se um outro entretanto revelado: a dívida da CMF à ARM não diminuiu, ao contrário do que atabalhoadamente o executivo da CMF tentou fazer passar na opinião pública. Pelo contrário, aumentou de 11,6 milhões de euros para 20,1 milhões. Este aumento de 80% ocorreu ao longo dos últimos 4 anos e meio sob gestão do actual executivo".

O dirigente social-democrata sublinha que "tal constatação não deixa de ser estranha porque todos os funchalenses andavam convencidos de que tinha havido um 'milagre' nas finanças camarárias", sendo agora fácil de comprovar que "afinal, é mesmo verdade que mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo".

Pelo meio, acrescentou, e em "desespero de causa, o PS mandou uma vice-presidente, disfarçada convenientemente de autarca, tentar desviar atenções do sarilho que eles próprios criaram", ou seja, salienta Rui Abreu, "como sempre, o problema nunca é da CMF, é dos outros, é de uma cabala, é dos 'cobardes', para utilizar a expressão da vice-presidente do PS, disfarçada de autarca".

Na ótica do Secretário-Geral do PSD, "cobardes são as pessoas que mentem sobre os números que apresentam, que intoxicam a opinião pública com falsidades, que se prestam ao papel de idiotas úteis para proteger outros e que fazem notícias anónimas para tentar salvar a face. Cobardes são as pessoas que se julgam acima dos outros e que não comparecem na ALM para esclarecer os deputados legitimamente eleitos pela população da Madeira. Cobardes são as pessoas que deixam a CMF em gestão de navegação à vista enquanto andam a fazer promessas e a vender banha de cobra pela ilha, provavelmente as mesmas promessas que também fizeram numa recente campanha eleitoral e cuja validade durou três semanas".

Enquanto isso, refere Rui Abreu, "a cidade definha e degrada-se como nunca. O presidente da CMF não aparece a não ser nos jornais, não assume os seus problemas e deixa o seu executivo minar-se na falta de credibilidade que, evidentemente, também o afecta. Outros, por ele, vêm falar em cobardia quando o maior cobarde é aquele que se esconde e que não dá a cara. E que assobia, literalmente, para o lado."