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Notícias
  Quinta, 12 Abril 2018

O PSD apresentou hoje, quinta-feira, durante a Reunião de Câmara, um voto de protesto contra a falta de transparência da Câmara Municipal do Porto Moniz (CMPM), que entre 2016 e 2017 caiu 20 lugares no ranking da transparência e integridade, ocupando agora o último lugar da tabela, de acordo com a TIAC (Transparência e Integridade – Associação Cívica.

Falando sobre as declarações de ontem do presidente da CMPM, Rui Nelson, vereador do PSD, naquela Autarquia, disse que a “desculpa esfarrapada” do site não corresponde à realidade. “O site da Câmara Municipal esteve em manutenção em 2016 e não no ano passado. Em 2017 já estava operacional”, notou.

Rui Nelson disse não entender como é que se adjudica um site em agosto de 2016 por um “valor exorbitante” de 30 mil euros e depois usar o site como desculpa para justificar a falta de transparência do Município.

“O que é que esconde esta Câmara Municipal? Estão a ser utilizadas verbas para outros objetivos que não sejam os interesses da população?”, questionou.

“Aquilo que queremos saber quais são as verdadeiras razões para estarmos em último lugar?” Porque é que o senhor presidente não disponibiliza atempadamente os dados das contratações públicas? Porque é que esconde relatórios? Porque é que a execução económica e financeira da Câmara é a pior do País?”

Dizendo não entender como é que o Porto Moniz “bateu no fundo” no que respeita à transparência, Rui Nelson deixa um alerta. “As pessoas devem estar preocupadas, porque não se sabe quais são os critérios de atribuição das verbas do Município”, sublinhou.

Rui Nelson refere que as verbas da Câmara deveriam ser aplicadas de forma transparente para acrescentar valor ao Concelho, que neste momento se debate com um grave problema de despovoamento.

“O executivo deveria criar mecanismos transparentes para alavancar a economia, apoiando os empresários locais e atraindo investimento para o Concelho, e assim criar novos postos de trabalho que permitam a fixação da população mais jovem”, disse, continuando: “Este é o primeiro passo para combater o despovoamento. É também um passo rumo à transparência.”