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Notícias
  Quinta, 12 Abril 2018

Miguel Albuqerque afirmou hoje que "é patético" que um presidente de Câmara vá a Lisboa para tentar resolver questões de âmbito regional, classificando esta atitude como "um número de circo".

"Como é que um presidente de Câmara vai resolver problemas de âmbito regional? Isto é patético”, afirmou, acusando  o Governo da República de estar "a agir em função da agenda partidária eleitoral". "Agora, ouvi dizer que há uns novos números de circo. Portando, no âmbito do exercício de cinismo e de hipocrisia habitual, vamos ter um novo número de circo em que vai ter contorcionistas, malabaristas, engolidores de sapos e, possivelmente, palhaços”.

Uma coisa é certa, garante Miguel Albuquerque, "é que os madeirenses e portosantenses não vão ser palhaços nesta história” porque sabem exatamente aquele que tem sido o trabalho do Governo Regional na defesa dos seus intereses.

Miguel Albuquerque lembra que há dois anos que os compromissos do Governo da República para com a Madeira "não são cumpridos". E tratam-se de questões muito simples, como o novo hospital, a redução da taxa de juro, que está a ser paga a preços exuberantes ao Estado, da mobilidade dos cidadãos da Madeira e do Porto Santo, dentro do prinício da continuidade territorial, das dívidas dos subsistemas de saúde, assim como as dívidas fiscais.

"E estas questões não são resolvidas porque o primeiro-ministro e o atual Governo não as quer resolver", disse, salientando que as razões prendem-se com o facto de estar a ser feita uma gestão numa lógica de agenda partidária.

Quanto a 2019, afirmou, depois de questionado pelos jornalistas, que cabe aos madeirenses decidir "se querem ser governados por representantes legítimos do povo da Madeira ou querem ser representandos por pessoas que vão obedecer e ser condicionadas pelo poder central de Lisboa".