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Notícias
  Quinta, 12 Abril 2018

O Secretário-geral do PSD estranha que "o presidente em part-time da Cidade do Funchal" e "representante do centralismo de Lisboa na Madeira" venha, "em modo de campanha", prometer “murros na mesa” para resolver o contencioso entre a Região e a República, junto de António Costa, mas "não diz uma única palavra sobre o modo como vai o “desbloquear”.

"Vai ele próprio inscrever as verbas para o hospital no Orçamento do Estado para 2018? Vai ele próprio pagar as dívidas dos subsistemas de saúde à Região? Vai ele próprio pagar do seu bolso a revisão do subsídio de mobilidade? Vai ele próprio assumir o diferencial dos juros da dívida ou da sobretaxa do IRS? Ou vai ele próprio falar com o seu cúmplice de administração na TAP para acabar com as “razões operacionais” da TAP? É claro que não." Aliás, refere Rui Abreu, "outra coisa não seria de esperar de uma pessoa que mentiu aos funchalenses e que nem as estradas do concelho conseguiu ainda arranjar".

Rui Abreu afirma que é, "aliás, o próprio a admitir que há dossiês parados em Lisboa, revelando que vai fazer uso da sua «ação política junto do primeiro-ministro para inverter este estado de coisas»".

"Se dúvida ainda houvesse, ela foi desfeita: os madeirenses ficam hoje com a certeza de que há uma agenda partidária que se sobrepõe aos interesses dos madeirenses e dos porto-santenses, precisamente a mesma agenda que deixa na gaveta tudo o que nos possa ajudar."

Para o Secretário-geral do PSD "quando um presidente de Câmara, em part-time, anuncia ir «desentrincheirar« as situações bloqueadas em Lisboa pelo próprio Governo da República, depois das sucessivas diligências do Governo Regional e de sucessivas iniciativas parlamentares, algo de muito grave se passa no nosso país". E o que se está a passar, adianta, é muito simples: "há um Governo da República que usa o dinheiro dos contribuintes portugueses, incluindo dos madeirenses, para beneficiar o representante centralista local. Essa é a única razão para o bloqueio unilateral."

Contudo, sublinha Rui Abreu, "todos também sabem que as soluções estão perfeitamente identificadas e que todas elas são, neste momento, da competência exclusiva do Governo de António Costa e da Geringonça", acrescentando que, "felizmente, a peça de teatro em exibição é de má qualidade e o protagonista em part-time não passa de um ator medíocre que esquece deixas e falha entradas. É por isso que afirma que o governo da República tem «amparado todos os prejuízos» com o subsídio de mobilidade, como se os direitos dos madeirenses tivessem a lógica de um negócio ou de um investimento privado, cujo objectivo é o lucro."

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