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Notícias
  Sábado, 13 Janeiro 2018

“Os cidadãos madeirenses não são bancos para adiantar dinheiro ao Estado”, disse Paulo Neves, deputado do PSD/Madeira na Assembleia da República, referindo-se ao adiantamento do valor total das passagens aéreas pago pelos passageiros da Região. As declarações do parlamentar foram proferidas hoje à margem de uma conferência de imprensa que decorreu na sede da Rua dos Netos.

Notando que os últimos indicadores dão conta de um aumento “extraordinário” de madeirenses a viajar para o Continente, significando que a mobilidade das pessoas está a funcionar bem, por outro lado aponta que há que rever o subsídio de mobilidade.

“Não há dúvida que há um problema que é o adiamento do dinheiro e isso é uma injustiça. O madeirense deve pagar aquilo a que tem obrigação mas não é um banco para estar a adiantar dinheiro ao Estado.”

Sublinhando que seis meses após a implementação do subsídio de mobilidade, o PSD apresentou novos processos de melhoria para as situações que funcionam menos bem para os passageiros madeirenses, Paulo Neves apontou baterias ao Governo da República e ao PS/Madeira.

“Por nós, PSD, este processo já teria mudado. Mas aqui tem que haver vontade do Governo da República e também dos socialistas da Madeira para que se mude aquilo que está mal”, referiu, elogiando os esforços do Governo Regional da Madeira em encontrar uma solução junto das companhias aéreas.

Paulo Neves lembrou ainda o princípio constitucional da continuidade territorial, no qual os madeirenses não podem aceitar plafonds.

“É como a liberdade e democracia: não há o máximo ou o mínimo. Existe. Tem que ser sempre respeitada. Nunca poderemos aceitar plafonds sobre o princípio da continuidade territorial, nem nunca o Governo da República pode dizer que só apoia até determinado valor.”

No entender do deputado do PSD a burocracia e o adiamento do dinheiro ao Estado são os aspetos a corrigir, já que em termos de mobilidade os números demonstram que nunca houve tantos madeirenses a viajar para o Continente como agora. “Não se mexe no que funciona bem, vamos corrigir aquilo que funciona mal.”